Dica do dia: Como “prender um gicleur (giclê)”

Ontem quando voltava para casa, minha Chevy 500 começou a falhar, na hora já xingando pensei: Vou guardar dinheiro e comprar uma “Saveiro quadrada”!!!!! (Não vendo a Chevy pois foi um presente dos meus Pais, embora meu Pai já disse pra eu trocar umas 3525 vezes!!!). Enfim, cheguei em casa e comecei a pensar no diagnóstico. O carburador é novo (recondicionado), velas, cabos, etc, tudo novo, Gasolina V Power do posto de sempre…….mas vou olhar os giclês de marcha-lenta, pode ter alguma sujeira.

Quando desmontei o do segundo estágio e puxei…..só saiu o “parafuso”, aqui vem a dica: use um palito de fósforo para “pescar” o gicleur sem precisar desmontar o carburador do coletor de admissão para virá-lo de ponta-cabeça.

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Troquei o carburador, voltei a ter os problemas que tive a 10 anos, mas a solução embora “radical” é colar com “super bonder” tomando o cuidado de não colar os furos obviamente. O inconveniente é que se vc quiser trocar o gicleur tem que trocar inteiro.

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Voyage Pink Floyd?

Se a Volkswagen já fez o Gol Rolling Stones, entre outras séries, etc, então qual o problema em adesivar um Voyage Pink Floyd?

É claro que a maioria de nós talvez não exagerasse tanto nos adesivos…

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Com qual banda você acha que a VW deveria ter feito uma série do Voyage ou deveria fazer do Novo Voyage?

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Como consertar o assoalho em sua própria garagem

Uma das etapas mais legais de uma restauração ou simples reforma é desmontar o interior do carro. Com o interior todo desmontado é possível ver onde o carro já foi batido e consertado, soldado, pintado,  etc. Depois disso é possível avaliar os estragos causados pelo tempo, neste post vou tentar mostrar como fazer um conserto simples (sem trocar a peça inteira) e estou usando meu S/R 1985/86 para isso. Na verdade apenas terminei de desmontar, já que toda peça original que eu tirava dele e trocava com meu S/R 87 eu acabava guardando no porta-malas do 86 ao invés de montar.

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Em meu Voyagessauro optei por trocar o 1/2 assoalho dos dois lados e me arrependo, embora o trabalho tenha ficado excelente, me incomoda ver uma emenda imensa soldada e vedado com kpo de cada lado, tipo as cicatrizes do frankstein, toda vez que olho embaixo do carro.

O segundo passo é tirar todos os tampões de borracha e a parte chata, quebrar a manta asfáltica com um martelo e talhadeira até ter certeza que não há ferrugem embaixo da manta original.

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A dica aqui é a seguinte: vá quebrando a manta primeiro nas partes mais fundas do assoalho e caso ela ainda esteja bem colada significa que não entrou água embaixo.

Importante: Mesmo não sendo um trabalho profissional, apenas um conserto de garagem, use os equipamentos de segurança, luvas de couro, óculos de proteção para furar/cortar/esmerilhar e máscara para soldar também.

Eu costumo dizer que 50% de uma restauração é limpeza e tratamento das peças, aproveite que tirou os tampões e lave o interior das longarinas pra tirar toda terra acumulada.

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O terceiro passo é passar a escova de aço para retirar a ferrugem superficial, com isso é possível ver se existem buracos de ferrugem ou não (se não houver buracos, pegue o número do chassi, jogue na MegaSena e fique milionário!!!!)

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O quarto passo é fazer um “artesanato” cortando as chapas de aço para fechar os buracos de ferrugem. Com um papel/cartolina/eva faça um molde para marcar a chapa e cortar.

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A minha dica é fazer a chapa um pouco maior, fazer furos nas extremidades e soldar.

Se possível, corte a parte enferrujada usando uma talhadeira.

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Usando a esmerilhadeira retire o máximo de ferrugem antes de soldar.

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Não esqueça dos furos para soldar com a mini Mig com arame revestido (se vc tem solda oxiacetileno não precisa dos furos). Eu tentei soldar as chapas usando as bordas da chapa do remendo e não consegui, não só pela minha falta de habilidade. Só consegui depois de analisar a situação “da física do negócio” com o Guga e vendo uns vídeos no YouTube.

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https://www.youtube.com/watch?v=cV87JBBoUz4

https://www.youtube.com/watch?v=YUWy_mN5_80

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O quinto passo é passar um convertedor de ferrugem para “parar” a ferrugem superficial e vedar os vãos entre as chapas soldadas e a original com massa KPO. Em seguida dê uma mão de primer em todo assoalho que vai ficar “como original” e mais bonito.

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O sexto passo é colocar as borrachas de vedação no assoalho e colar a manta asfáltica nova.

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O sétimo passo é erguer o carro, entrar embaixo, esmerilhar e tirar o máximo de ferrugem onde foram feitos os remendos pelo lado de dentro. Passar o convertedor de ferrugem e a massa/tinta “bate-pedra” para refazer o acabamento original.

exemplo de assoalho com "bate-pedra" e depois pintado.

exemplo de assoalho com “bate-pedra” e depois pintado.

Para o oitavo passo é só lavar e limpar tudo e instalar o interior novamente, e não esquecer de avisar os passageiros…..

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Encontro Paulista de Autos Antigos – Aguas de Lindóia 2013

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Um dos eventos mais esperados do ano para quem gosta de carros antigos e também está procurando peças, miniaturas, etc. O interessante é que havia um Voyage Sport 1993 exposto, não sei os critérios da organização, pois teoricamente os carros deveriam ter 30 anos para serem considerados antigos. De qualquer forma o Sport está novíssimo.

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Achei interessante ter um Trabant e também um Corvette da série limitada das 500 milhas de 1978.

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Particularmente gostei desta Kombi.

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Andando pelas barracas e olhando as peças, minha esposa chama minha atenção e diz: “Olhe as rodas de Porsche que você quer para o Fusca, estão em promoção 5X de R$130,00 você não vai comprar?”

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Então expliquei sobre distância de furos e como são caras estas rodas aqui no Brasil. Por falar nisso, você sabe as medidas originais das rodas e pneus dos seus antigos?

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Como adaptar um carburador Brosol 2E no lugar de um BLFA no Monza S/R 1.8

O meu S/R 1.8 é 1986 e ainda tinha o carburador original Brosol BLFA, o problema é que estava faltando as peças de acionamento do afogador, e carro a álcool sem afogador é muito difícil de fazer funcionar e ficar ligado no frio (fico imaginando o trabalho que o dono anterior tinha para fazer este  S/R funcionar assim, no Sul).

Brosol BLFA faltando peças do afogador

Brosol BLFA faltando peças do afogador

Procurei as peças que faltavam, mas é muito difícil, teria que trocar todo carburador por um recondicionado. Como tenho outros carros que usam 2E/3E e gosto muito deste modelo de carburador, além das peças para reposição serem encontradas com relativa facilidade, resolvi fazer este upgrade.

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Como o carburador que eu comprei de um amigo estava calibrado para um AP 1.8, troquei os gicleurs pelo do Monza seguindo as dicas do meu mestre em motores não originais o Felipe Rios.

O passo seguinte é trocar o coletor de admissão original por outro do Monza 2.0 ou Kadett, etc. Ou colocar uma flange de adaptação.

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Obviamente é necessário desmontar os suportes e acionamentos originais e colocar as juntas novas para a flange e o carburador. Outro detalhe é trocar o cabo do acelerador. Na foto abaixo veja a diferença na conexão com o carburador.

O cabo do BLFA a ponta de conexão é redondo.

O cabo do BLFA a ponta de conexão é redondo.

Com o carburador montado e regulado foi só trocar o conjunto do filtro de ar e pronto.

Filtro da esquerda (BLFA)

Filtro da esquerda (BLFA)

Não sei o custo exato para este upgrade, pois o coletor de admissão e o conjunto do filtro de ar foram presente do meu amigo e “professor de mecânica” Valter Silva.

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Como adaptar um carburador 2E ou 3E

Como já comentei em outros posts, existem algumas marcas que sou fã incondicional, e os famosos carburadores Brosol 2E e 3E é um desses casos. A alguns anos quando eu ainda utilizava minha Chevy 500 diariamente comecei a juntar peças para instalar uma injeção eletrônica (Megasquirt) inicialmente Monoponto (usando o TBI do Gol 1000 I de 1995). Depois utilizando uma flange e coletor de admissão do Monza 500EF ou Vectra/Astra (um kit para Chevette criado por um amigo na época do Gol GTi usando peças da LE Jetronic da Bosch). Mas enrolei e mudei tanto de idéia, (além de priorizar outros projetos) que agora que uso a Chevy apenas de vez em quando decidi deixar o carburador e injetar outro Hot Wheels no futuro com as peças que tenho guardadas.

Então que tal um upgrade na carburação?

No exemplo abaixo as fotos e detalhes são da minha Chevy 500 1990, mas as dicas valem para qualquer carro (farei isso também em meu Monza 1.8 S/R 1986 que usa originalmente um carburador BLFA).

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O primeiro passo é encontrar um coletor para o 2E ou uma flange de adaptação, fiz a segunda opção e acabei limando e furando a flange até o encaixe ficar perfeito (Aqui vale um muito obrigado ao meu Pai por ter me incentivado a estudar mecânica no SENAI quando adolescente).

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No post anterior, achei que o cabo original do Weber 460 daria certo, mas não deu (como muitas das minhas “adaptações técnicas na garagem 150”) então troque o cabo pelo dos últimos Chevette que usam 3E (cabo do acelerador mais curto).

Coletor com a flange para montar 2E ou 3E

Coletor com a flange para montar 2E ou 3E

Caso você não encontre um carburador original (3E de Chevette no meu caso) para comprar, é possível adaptar qualquer 2E ou 3E desde que trocando o “kit de gicleurs” pelo correto de seu carro. A dica é verificar a conexão do cabo do acelerador e o lado da montagem no coletor de admissão. Se forem iguais menos trabalho….

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Na foto ainda com o cabo longo do 460 que não deu certo no 2E

Na foto ainda com o cabo longo do 460 que não deu certo no 2E

Para meu azar, o carburador 2E usado que instalei está com algum problema ou alguma regulagem que ainda não consegui resolver, a marcha lenta está muito alta, então voltei o original temporariamente. Mas as dicas estão aí e valem para muitos modelos de coletor (AP, CHT, Monza 1.8, etc).

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Pensando como MAD MAX

Nem sempre tudo dá certo na Garagem 150, não sou mecânico profissional, mas o importante é nunca desistir….

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Então não crie expectativas antes de ler, eu não andei no “Interceptor”, e apesar do preço, ainda não estamos “matando por gasolina”. Se você nem faz idéia do que estou falando, é provável que o MAX da sua infância seja o STEEL.

http://www.youtube.com/watch?v=ti6rG4NmsyM

Hoje tive que tomar uma decisão como a cena onde MAX entrega o arco de serra para o cara e diz que as algemas são mais “duras” que o osso da perna…..enfim se você não lembra da cena pode assistir no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=dlJzrzrGR_8

Agora “mecanicamente falando”, não sei explicar, mas o cabo do acelerador, mesmo sem a trava não desconectava do carburador, tentei na mão, com alicate, chave de fenda……e nada!!!!! Como vou trocar o carburador sem tirar o cabo? Olhei como teria que conectar o outro carburador e pensei como Mad Max, serrei a conexão de alumínio e ainda deixei pronto para o outro carburador.

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Como descobrir como era o original?

Atualmente a maior parte das pessoas já reconhece nas ruas um carro antigo original de coleção através das “placas pretas”. Porém nem todo mundo sabe que para consegui-las será necessário vistorias que comprovem esta originalidade e filiação a um clube autorizado pela FBVA (Federação Brasileira de Veículos antigos). Resumindo: Você precisa que seu carro antigo seja o mais próximo possível de como ele saiu na linha de produção a 30 anos ou mais.

Antes de sair desmontando tudo ou levando para a funilaria e pintura, dê um jeito de conseguir o manual do proprietário do ano de fabricação.

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As revistas da época do lançamento com os testes e propagandas, o máximo do preciosismo é não se contentar com as versões digitais e sair “caçando” nos sebos.

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Alguns modelos possuem fóruns na internet e manuais de oficina e esquemas para download.

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Enfim, antes de colocar a “mão na massa” junte informações precisas e corretas, onde seja possível ver os detalhes das versões e opcionais, alguns acessórios “da época” são permitidos. Agora se a originalidade não for seu objetivo, faça o mesmo, mas procurando conhecer o que pode ser adaptado ou customizado.

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Atenção aos códigos de barra/preços no Koga Koga

Infelizmente nem sempre o post é sobre elogios as autopeças e serviços. Na última sexta-feira comprei as peças para a revisão do Uno da minha esposa e confesso que não prestei muita atenção na hora de passar pelo caixa (estava mais preocupado em verificar se as peças do  carburador da Chevy estavam corretas). Porém no dia seguinte quando olhei a nota fiscal havia uma “bomba de óleo” na lista no lugar dos discos de freio. Como sou cliente da loja desde a inauguração em Campinas (principalmente porque eles tinham muitas peças de acabamento para antigos) não me preocupei e achei que a situação se resolveria facilmente, acerto da diferença e uma nova nota fiscal. É claro que não levei os discos (porque são pesados e pretendia ficar com eles) porém a gerente disse que só poderia “acertar” se eu levasse os discos para ela ver o “código de barras na embalagem”, mesmo digitando o código da nota no “sistema” e aparecendo na tela do caixa “bomba de óleo”. Não fiquei feliz, mas tudo bem, a loja não é obrigada a saber que sou honesto.

Voltei hoje a tarde carregando os discos, pedi para falar com a gerente, mostrei novamente a nota, ela conferiu novamente, etc. então começaram os telefonemas entre os funcionários, após uns 20 minutos esperando perguntei qual era o problema. E acredite era um problema interno de estoque/contabilidade/sei lá o que de forma que eles não conseguiam resolver na hora pois estava cadastrado errado no sistema deles. Então para não ficar esperando mais ainda ou ter que voltar mais uma vez, pedi meu dinheiro de volta e devolvi os discos de freio.

Os funcionários foram muito atenciosos e educados como sempre, porém para que isso não aconteça com você PRESTE MUITA ATENÇÃO AO CÓDIGO DE BARRAS E O PREÇO AO PASSAR PELO CAIXA.

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Como trocar a correia dentada do motor AP

Este é o 100º post deste blog e para comemorar esta marca, nada melhor do que escrever sobre o motor do meu Voyage, que deu origem a Garagem 150. Talvez existam maneiras mais simples, melhores e talvez até mais corretas para trocar a correia dentada do motor AP, mas eu faço dessa maneira em meu Voyage, desde que meu grande amigo e mestre da mecânica Valter Silva me ensinou a uns 15 anos (então posso já ter esquecido algum detalhe). Minha sugestão caso você queira tentar, é que você antes consulte um mecânico profissional e se eu estiver errado por favor me avise.

O primeiro passo é alinhar as marcas mecânicas do motor e câmbio, com o carro desligado (obviamente) engate a 5ª marcha e empurre o carro até aparecer a marca “OT” (gravada no volante do motor) através da “janela” do câmbio alinhada com a “seta” da carcaça do câmbio. Alguns VW tem uma tampinha de borracha nesta “janela”.

O segundo passo é tirar a tampa do distribuidor e verificar se o rotor está “apontado” para o cilindro 1 (olhe a posição do rotor e veja se o cabo de vela na tampa está ligado ao cilindro 1, que é o mais próximo das polias). A polia do comando de válvulas também possui uma marca (um círculo) que deve estar alinhado com a face do cabeçote do mesmo lado do suporte do alternador. A polia do virabrequim também possui uma marca (um rasgo) que deve estar alinhado com a marca da proteção plástica (uma seta).

rotor posicionado no cilindro 1

rotor posicionado no cilindro 1

marca da polia do virabrequim e na proteção plástica

marca da polia do virabrequim e na proteção plástica

marca  na polia do comando de valvulas alinhada com o cabeçote

marca na polia do comando de valvulas alinhada com o cabeçote

ponto virab 1

O terceiro passo é soltar o parafuso do esticador da correia, tirar o esticador e a correia usada. Montar as peças novas, e usando um alicate específico ou a ferramenta correta (não é uma ferramenta cara, vale a pena comprar), esticar a correia através do esticador e apertar a porca. A tensão correta e quando você consegue virar com a mão 90 graus a correia, depois é só verificar novamente com a correia e esticador novos se as marcas mecânicas continuam alinhadas.

O quarto passo é verificar o ponto de ignição inicial usando uma pistola estroboscópica. Para isso consulte o manual de instruções do seu Volkswagen para saber o valor correto. “Apontando” a pistola estroboscópica para a “janela” do câmbio ajuste o sincronismo da pistola de forma que você veja a indicação “OT” na janela do câmbio e o ângulo de ignição correto no display ou ponteiro da pistola. Ou o inverso, “zero” na pistola e na janela a marca do ângulo.

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