Adaptando Ar Condicionado e desisti da DH no Monza S/R 1986 – post 5 e finalmente pronto!!!

Finalmente o Monza S/R 1986 voltou do eletricista que fez o chicote elétrico e da loja de instalação de Ar condicionado que ligou as mangueiras colocou o gás, enfim fizeram todas as ligações, melhoraram alguns suportes e fixações, etc.  O ideal seria um kit original, mas o melhor que consegui encontrar foi este kit genérico 1/2 boca, mas  funcionou!!!!!!
IMG_20190602_154708913Com o S/Rat de volta a Garagem 150 pude instalar o Kicker no carburador 2E Brosol, que faz mecanicamente (usando o vácuo do coletor de admissão, uma cápsula e uma solenóide) o acerto da rotação de marcha lenta, adicionando ar quando o compressor está ligado.

Nunca havia visto este sistema funcionando, porém é bem simples para instalar e regular.  Mas isso só foi possível porque meu Mestre da mecânica Valtão Silva, tinha uma cápsula kicker em seu estoque pessoal subterrâneo e secreto.

Comprei uma solenóide original GM que é acionada quando o compressor é ligado e “abre” o circuito que era de vácuo do coletor de admissão para a atmosfera.

Mas nem tudo é perfeito, descobri da pior maneira que preciso de um alternador melhor…..acho que 75 Ah será mais que o suficiente….(o atual tem 45 Ah), peguei um congestionamento típico das 18:00 horas para atravessar a cidade e fiquei sem bateria antes de chegar em casa, depois medindo vi que usando todos os consumidores elétricos o alternador atual não é o suficiente (embora a bateria  já estivesse meio descarregada quando busquei o Monza na oficina de ar condicionado).

Veja onde fica o ponteiro do alternador/bateria equivale a 12,1 Volt no multímetro.

E por enquanto desisti da direção hidráulica, meu amigo Fernando me arrumou algumas peças e suportes de Astra para testar um layout, mas não parece dar certo no motor familia II fase I.

Enfim, como disse antes: Agora até pinguim vai passar frio andando comigo de S/Rat.

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Rodas Novas no Voyagessauro

Afinal a customização nunca termina, sempre tem algo que pode ser modificado, ao contrário de um carro original(placa preta). Então hoje a noite minha oficina virou a “Borracharia 150”.

É claro que antes levei as rodas para serem montadas e balanceadas.

A medida original do Voyage 83 é 175/70 R13, e desde a década de 90 estava usando 185/60 R14, então para manter o mesmo diâmetro total os pneus agora são 195/50 R15. Se você está na região de Campinas S.P. e quer cuidado, precisão e nenhuma dor de cabeça na manutenção do seu Hotwheels, recomendo a FastPneus do meu amigo Carlos Masotti.

Acredito que muita gente trocaria as molas por outras esportivas (inclusive até comprei), mas após montar as rodas e medir, seria necessário um trabalho de funilaria nos paralamas traseiros, então desisti. Mas o vão se manteve igual o original 3 dedos.

Próximo passo é colocar os pneus 14 (pouquíssimo uso aproximadamente 500 km) na Saverado (que está com pneus vencidos e ressecados).

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Foto de ontem a noite!!!

Agora até pinguim vai passar frio se andar no S/Rat.

Finalmente está funcionando, agora é só acertar alguns detalhes que só o dono vai fazer.

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Dia de Desmontar!!!

E lá vamos nós, hoje foi dia de Desmontar o alternador para trocar as escovas do regulador de tensão.

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Fazendo um conserto de funilaria no Jeep – post 1

Neste Post vou começar a mostrar como fazer funilaria de forma amadora em sua própria garagem, conforme eu for fazendo vou “postando” o resultado.

Obs: É claro que você precisa ter umas ferramentas básicas de funilaria, comentários enviados do tipo : ” Mas amador não tem solda” ou “Mas tem que lixar muito” vou apagar!!! hahahaha. Comentários e boas perguntas farei o possível para responder.

É claro que o ideal seria eu levar o Sargento Predador (meu CJ5 Bernardini) para um profissional consertar, afinal eu já tentei consertar e a massa de poliéster trincou e quebrou novamente. Mas no momento o Felipe (Bravus funilaria e pintura) já está restaurando meu Voyage 82 ( Verdinho) e ainda tenho minha Chevy 500 e meu Fusca na fila….sem contar os retoques que planejo para o Voyagessauro e a Belina do meu Pai….. então por enquanto farei um “Faça você mesmo na Garagem 150”. Afinal tenho horas e horas acumuladas sentado no sofá assistindo Discovery Turbo, alguma coisa eu devo ter aprendido!!!

Massa trincada/quebrada já removida

O meu Jeep tem muita massa na carroceria, desconfio que todo recruta que entrava no exército já tinha a missão de “dar uma mão de massa” nele e pintar. Por isso a pintura está toda trincada, porém em alguns pontos onde a massa quebra a causa é a ferrugem embaixo.

1º Passo : Retirar a massa e deixar a lata exposta. Use uma esmerilhadeira com disco de desbaste, não esqueça de usar luvas de couro, óculos de proteção e máscara devido a poeira.

2º Passo : Passar um convertedor de ferrugem.

3º Passo : Cortar as partes enferrujadas. Use a esmerilhadeira com um disco fino de corte (para aço obviamente).

Veja que não tive outra alternativa, é preciso cortar onde a ferrugem fez buraco ou deixou o aço muito frágil. Talvez eu precise cortar um pouco mais para garantir o fim da ferrugem, vamos ver….

Curiosidade: Veja na foto acima as camadas de massa e tinta!!!! Esse Jeep vai dar trabalho no dia em que for restaurado.

Na foto abaixo pelo lado de dentro do Jeep após eu cortar as ferrugens.

4º Passo : Passei “Galvite” em spray pela facilidade, mas os profissionais usam “wash primer” que é mais barato. A principal função é não deixar enferrujar até a próxima etapa da funilaria, no meu caso só poderei continuar daqui a 1 semana, então proteger para não perder o trabalho de retirada da ferrugem. Também sei que o Galvite/wash primer faz o mesmo que o convertedor de ferrugem, na verdade apenas 1 deles seria o suficiente.

No próximo post pretendo mostrar como fazer o remendo na lata e soldar com a mini-Mig (sem gás).

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Melhorando o visual do S/Rat

Depois que desmontei toda a frente do Monza S/R para instalar o ar condicionado, resolvi trocar as lentes dos faróis e piscas que estavam entrando água por originais. Também instalei novos faróis de neblina.

Os mais atentos dirão que os neblinas Cibié Serra II não são os originais do Monza S/R, e tem razão. Os originais do S/R são Arteb, mas uso este S/Rat diariamente e não quero correr o risco de quebrar neblinas Arteb originais que não são mais fabricados.

A melhor alternativa foi usar os Cibiés que ainda são fabricados (com carcaça plástica infelizmente) pela Valeo e podem ser comprados novos, as capinhas….bom….as capinhas originais são raras…estas foram presente do Fernando Lima!!!

A dica para eles caberem no vão do spoiler do S/R é inverter os furos, ou seja fixar no furo de cima onde originalmente vai o chicote elétrico (retirando a borracha passa-fio) e passar os fios onde os Arteb originais são fixados.

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E por falar em raridade, instalei também as lanternas e o suporte de placa do ASCONA C que havia importado da Alemanha a alguns anos com a ajuda do meu brother Endrigo. Exigiu um pouco de cuidado para limar/lixar e furar no lugar certo. O Alinhamento não ficou perfeito pois a traseira deste Monza está amassada.

Agora estou andando de S/Rat com estilo do Monza S/R 88 e do SRi Europeu.

 

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Restauração do Verdinho post 2

A restauração continua na Bravus, assoalhos e tudo que estava enferrujado trocado. Também consertando alguns amassados e marcas do tempo, além de consertos antigos que não estavam perfeitos e precisaram ser refeitos.

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