Restaurando com borracha o Aerofólio do Monza S/R – Será que vai dar certo? Post 1

Sabe aquelas peças que simplesmente não existem novas para reposição? O Aerofólio original do Monza S/R é uma destas raridades, existem réplicas de fibra de vidro muito bem feitas e com um preço bastante justo na minha opinião, mas o aerofólio original é de borracha. Bom, já sei até o que você está pensando …. “Mas é muito Zé Frisinho, o importante é parecer o original”….. Na verdade tudo depende do nível de restauração e originalidade que você quer para seu carro. Então voltando ao aerofólio: No meu S/R vermelho o pintor consertou os rasgos na borracha com fibra de vidro e cola de parabrisas, ficou razoável e original externamente. Então comprei outro aerofólio ruim todo torto e estou restaurando a borracha, usando borracha!!!! Estou tentando deixar este mais reto e com o acabamento melhor do que o atual instalado em meu S/R vermelho.

Antes é claro que cortei o aerofólio, retirei as partes podres das chapas internas, coloquei um reforço interno e colei com borracha de silicone.

Agora estou lixando para deixar uniforme, o próximo desafio será fazer a textura original e pintar de preto.

Na foto abaixo pintei de preto uma parte que já lixei até igualar apenas para eu ter uma idéia de como vai ficar…

Atualizando: Ainda não deu certo!!! Após lixar e lavar o aerofólio percebi que a Borracha de silicone não aderiu na Borracha externa do aero e começou a sair…. funcionou muito bem para colar partes, mas não como acabamento. Então tenho que pensar em outra solução.

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Agora eu acho que solucionei um problema!

Agora finalmente (acho que) resolvi o problema do meu S/Rat desligar quando quente e não ligar novamente… hummm…acho que eu já disse isso, né? Umas 6 ou 18 vezes antes…”Mas esta é a diversão de ter sua própria oficina”(frase da Fabi – minha esposa), mas confesso que fico com muita raiva e nervoso no dia que os carros quebram.

Depois de ter certeza que a bateria está sendo carregada (alternador mais potente), refrigeração correta para o ar condicionado (ventilador do radiador de 5 pás), troquei todo sistema de ignição (unidade de comando, cabos, bobina e velas) as velas coloquei Bosch de dupla platina (porém com o mesmo índice térmico 5 – álcool) para garantir que mesmo com mais carga do compressor do ar condicionado ainda teria alta- tensão suficiente.

Porém a semana passada fui conhecer o novo endereço da Bravus restaurações (tá confesso, também fui matar saudades do Verdinho, meu Voyage 82 placa preta), saindo da oficina andei 200 metros  e o S/Rat apagou novamente….

Verifiquei que tinha pouco álcool no filtro e pensei : “outra bomba? será a Quarta?” 2 vazavam óleo e outra parou de funcionar. Quando o Luiz Carlos disse : ” O problema dessas bombas que ficam no cabeçote é que esquenta muito e criam bolhas no combustível.” Nisso acendeu aquela lâmpada de desenho animado sob a minha cabeça, vou instalar um desborbulhador igual do Voyagessauro e uma linha de retorno para ver se melhora!!!

Coloquei um desborbulhador usado para testar o funcionamento

Quando vi, a linha de retorno estava lá…. provavelmente o carburador BLFA original usava retorno, porém devo ter desligado quando adaptei e instalei o Brosol 2E e copiei a instalação do meu outro S/R só que ano 87 e 2.0 (que originalmente é sem retorno e não apresenta este problema, pelo menos por enquanto, mas só andei 300 km com ele nos últimos 5 anos). Percebi bem rápido que estava desligado no tanque também!!!

 

Então fiz o teste algumas vezes na Garagem 150 esquentando ao máximo, desligando, esperando alguns minutos e partindo novamente. Até agora tudo OK!!!!

E apesar da falta de humildade do adesivo, achei que seria engraçado colar no meu S/Rat, afinal já fiz vários upgrades no projeto original da GM/OPEL/Chevrolet, Freio a disco traseiro, dianteiros maiores, Ar Condicionado, e melhorias no desempenho do motor 1.8 (+ avanço, +combustível, +Ar+ Consumo).

 

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Melhorando a Adaptação do Ar Condicionado no Monza S/R 1986

Depois de alguns meses utilizando o Ar Condicionado adaptado, vi a necessidade de melhorar a parte elétrica trocando o alternador. Inicialmente troquei a bateria e parecia ter resolvido o problema de não ter energia para a partida (quando o Monza apagava no trânsito), mas para melhorar o sistema todo, comprei um alternador usado e depois recondicionado pelo melhor eletricista que conheço (Valeu Tony!!!) e instalado pelo meu Mestre Valtão, na verdade comprei um novo antes, mas adivinhe…..

Apesar de preferir um original Bosch novo, não encontrei novo de estoque antigo. Então ou era Chinês ou Chinês…..

Como quase todas as peças, antes de comprar explico que o motor é Família II Fase I e quando a peça chega, só serve para o Fase II (existe um consenso “burro” no mercado de reposição que acha que todo motor GM família II é igual). Ainda bem que tenho outro S/R com motor Fase II para utilizar estas peças.

Então achei que tinha resolvido todos os problemas……mas andando no trânsito intenso o S/R voltou a apagar. Mas agora pude dar várias partidas e o motor só liga novamente quando esfria um pouco, voltei a pesquisar as peças e diferenças e quase caí de costas quando percebi que deixei passar um detalhe importante. O ventilador do Monza com Ar condicionado original é diferente do Monza básico. E lá fui eu comprar um ventilador e suportes usados (não encontrei novo por um preço justo).

Instalar foi bem simples, deu mais trabalho limpar, pintar e trocar o conector.

Neste ponto você imagina que vou dizer que resolvi todos os problemas e blábláblá…. mas o S/R continuava “querendo começar a falhar quando muito quente” (exitante na aceleração abaixo de 2000 rpm) porém não apagava mais, continuei investigando, troquei todo sistema de ignição e a bomba de combustível (original mecânica que vai no cabeçote), quando troquei a bomba notei que ela não estava 100% e notei que vazava óleo para dentro da bomba (saindo pelo furo de respiro dela). Então descobri que o respiro da tampa de válvulas estava entupido e a pressão interna do motor forçava a bomba de combustível.

Agora sim estou usando o Ar Condicionado adaptado no trânsito intenso sem medo de ficar parado na rua.

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Fazendo um conserto de funilaria no Jeep – post 3 – Pronto!!!!

Como escrevi no post anterior, continuei lixando a massa antiga e colocando o mínimo possível de massa de poliéster nova para nivelar a carroceria. O objetivo era apenas “despiorar” a aparência do Sargento Predador, pois ainda não chegou a hora da restauração completa dele.

Nesta fase lixei usando uma lixadeira elétrica (de palma) e lixas número 100 à seco.

FAÇA VOCÊ MESMO!!!!!

Nas fotos acima as “rachaduras” já estavam preenchidas ou eliminadas, antes de passar o fundo primer lixe usando água (lixas número 100). Alguns pontos chegaram “na lata” e outros por mais que eu lixasse apenas fazia “buracos” desnivelando o capô.

Na foto acima veja que tentei passar um removedor pastoso, mas não fez nem cócegas!!!!

Nesta fase comecei a usar lixa d’agua número 400 depois 600 e para evitar erros lixei manualmente, fiz esta fase várias vezes pois sempre encontrava mais defeitos.

E após eu cansar de lixar (foram muitas e muitas horas) chegou um momento que decidi que já estava bom, afinal ele é um Jeep de 47 anos e eu só queria melhorar um pouco o visual dele. Então pintei com uma tinta “cor verde em promoção”, apenas para poder ver e tirar mais alguns defeitos.

E finalmente na cor correta do exército Brasileiro (mandei fazer a cor em spray mesmo, particularmente acho mais fácil pintar assim do que usar o compressor e pistola que tenho).

Depois de pintado colei os adesivos. O “Cruzeiro do Sul” do Exército Brasileiro (porque a “estrela” quem usa é o exercito americano) e o Brasão do Exército Brasileiro não pode ser utilizado por civil (óbvio) assim como o número de frota que este jeep tinha no exército!!! Então colei o adesivo com o Modelo e Ano no lugar do número de frota e batalhão.

Nas fotos parece que ficou perfeito, mas ao vivo é possível ver ainda muitos defeitos na funilaria, mas consegui meu objetivo que era melhorar o visual do Sgto Predador.

Instalei um porta-luvas (consultei o manual do CJ5 Bernardini e ele tinha porta-luvas).

Também encomendei pela internet mesmo, uma capota nova (a original está com os plásticos transparentes muito amarelos ficando perigoso dirigir sem enxergar direito) a capota nova é muito parecida com a original (mas guardei a capota original velha na esperança de conseguir restaurar um dia).

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Dica do dia: Como regular as lonas de freio do Fusca

Este é o Herbie da D. Ivani. Ele está passando uns dias na Garagem 150 enquanto sua garagem oficial está em reforma, então aproveitei para fazer uma revisão básica.

Notei que após dirigir um pouco as rodas estavam “presas” e quentes, ou seja as lonas de freio estavam desreguladas (este fusquinha é 1975 e ainda possui os freios originais a tambor nas 4 rodas). Porém para regular é muito simples. Veja pelo lado de dentro da roda na parte mais baixa do espelho do freio (Fusca 4 furos, no 5 furos é pelo lado de fora) que existem 4 furos, a regulagem é feita pelos furos centrais.

Veja que dentro de cada furo tem uma “roda dentada”. Usando uma chave de fenda vire estas 2 rodas para fazer a regulagem, estas “rodas dentadas” afastam ou aproximam as lonas do tambor.

Para fazer a regulagem é bem simples, vá soltando aos poucos e tente virar a roda com a mão, assim que ficar livre aperte um pouco até ouvir a lona raspando no tambor de freio depois solte levemente, como são 2 regulagens por roda vá alternando. Não deixe muito “longe” a lona e nem “raspando”. Essa é a dica, simples porque afinal é o Fusca.

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Fazendo um conserto de funilaria no Jeep – post 2

Como eu escrevi no post anterior, o ideal seria eu levar meu CJ5 Bernardini para o Felipe (Bravus funilaria e pintura) mas ele está restaurando meu Voyage 82 (Verdinho) e ainda tem minha Chevy 500 e meu Fusca na fila….sem contar os retoques que planejo para o Voyagessauro e a Belina 4×4 do meu Pai….. então farei um “Faça você mesmo na Garagem 150” até chegar a vez dele ser restaurado. Afinal tenho horas e horas acumuladas sentado no sofá assistindo Discovery Turbo, alguma coisa eu devo ter aprendido!!!

Após cortar as partes ruins: 1º passo fiz um modelo em papel, depois a peça definitiva numa chapa de aço.

2º passo – Prendi no lugar e soldei.

Como não sou muito bom na solda, precisei soldar e esmerilhar alguns pontos e soldar novamente algumas vezes.

3º Passo – Esmerilhei, fiz o acabamento passei um convertedor de ferrugem e fiz o acabamento com massa de poliéster, os pequenos defeitos acertei com massa acrílica.

O 4º Passo foi melhorar a funilaria geral da carroceria onde havia muitas trincas na massa plástica e na pintura.

Lixei o máximo possível para retirar as camadas e mais camadas de massa, mas tive que reaplicar massa de poliéster para nivelar e fazer o acabamento.

Fiz um teste nesta parte para saber se ficaria bom, passei primer, lixei e pintei com a cor correta para ver se eu teria um resultado aceitável.

Com exceção dos escorridos na tinta, agora é só fazer isso na carroceria inteira…. Assim que eu terminar mostrarei em outro post.

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Como eu instalei um trocador de calor (radiador de óleo) no Voyage AP

Quando instalei um motor novo (AP 2.0) em meu Voyagessauro a mais de 20 anos, não instalei o trocador de calor (óleo-água) que é utilizado no Santana 2.0, na época pesquisei como instalar no Voyage não encontrei material sobre isso e acabei desistindo, instalei um termômetro de óleo no console central e sempre tomei cuidado para não “fritar” o óleo. As vantagens são um tanto quanto óbvias, usando este trocador de calor a água diminui a temperatura do óleo quando muito quente e na fase fria do motor a água esquenta o óleo mais rapidamente.

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Quando conheci meu amigo Miguel Jr e seu Gol GTi original e nunca restaurado, achava que finalmente veria como é a instalação original desse trocador de calor em um motor AP 2.0 em uma carroceria BX, mas o Gol GTi não usa esse trocador de calor.

Realmente não sei porque o Santana 2.0 precisa utilizar e o Gol 2.0 não precisa do trocador, sei apenas que em meu Voyagessauro gostaria de não andar com o óleo em temperatura muito alta.

Passei mais alguns anos sem uma solução, até que finalmente criei coragem para fazer uma adaptação, comprei o trocador (radiador de óleo) o pino longo para o suporte do filtro de óleo, a porca que prende o radiador e as mangueiras do Santana 2.0 (mas as mangueiras não deram certo no meu Voyagessauro), então comprei 2 tubos de água do motor AP, serrei, cortei as mangueiras e fiz as conexões. De qualquer forma os códigos destas peças do catalogo da Volkswagen estão na foto abaixo.

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Instalando as conexões…

Dicas:

O diâmetro interno da mangueira do Santana é maior. Não serviu nos tubos que eu tinha.

Corte um pedaço equivalente ao “T” para que a mangueira continue do mesmo comprimento evitando “dobras” depois de conectada.

Troque essa junta para não correr o risco de vazar óleo.

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Instale o suporte de volta no bloco do motor após trocar o pino do filtro de óleo e só depois instale o radiador (1 dos parafusos não tem acesso com o radiador instalado)

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E finalmente Pronto!!!

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