Compramos uma Montana e guardamos de vez a Saveiro G3

A minha Saverado embora já fosse considerada um Hotwheels e estivesse oficialmente na coleçãozinha da Garagem 150, eventualmente precisava sair de baixo da capa e encarar um “frete familiar” ou fazer “apoio” para a Fabi nas competições ou passeios de Mountain Bike, (normalmente vou de Jeep, mas quando o passeio é longe, acabávamos usando a Saveiro). Enfim, apareceu a oportunidade de comprar a Montana do meu Primo e agora a Saverado só carrega na caçamba o estepe original dela.

Então, mãos a obra para fazer uma “revisão de detalhes” na Montana, a poucos meses ela passou por uma revisão mecânica de suspensão, arrefecimento e correia dentada, então apenas melhorei alguns detalhes visuais e revisei outros.

Antes – logo após a compra

Compra online de peças…(ainda estamos numa pandemia, lembrou?)

Trocando o básico da ignição e filtros para completar a revisão que já havia sido feita pelo mecânico do meu Primo a alguns meses.
Faróis originais novos
Junta da tampa de válvulas
Rádio atualizado para poder usar Bluetooth/Spotify

Começamos, sim!!! a Fabi ajudou bastante!!! Instalando uma lona maritima nova

Kit novo de lona
Desmontando a ferragem da lona velha rasgada e instalando a nova.

DIY – Faça você mesmo!!! Com a ajuda da Esposa, é claro.

Passo seguinte trocamos os faróis velhos, aqui você deve estar pensando….”se polir resolve!!!” É verdade, resolve por um tempo, eu mesmo já havia polido e envernizado estes faróis a alguns anos, mas 1 deles está mais escuro que o outro e acabei encontrando o par por um bom preço. Mas na Montana/Corsa é preciso desmontar o parachoque e o acabamento dos paralamas para tirar os faróis. Sempre tem aquele parafuso escondido…..

Parafuso “escondido” de fixação do farol
Muita diferença!!!
Aproveitei que estava fora para limpar e passar um produto revitalizador de plásticos
Melhorou muito o visual e também a segurança, coloquei lâmpadas osram “brancas” de 55w

Ainda no visual, tirei as calotas (particularmente não gosto de calotas), lixei e pintei as rodas de preto fosco (usando spray mesmo).

Na parte mecânica, troquei a junta da tampa de válvulas, mas já sabendo que (como todo GM) logo começa a vazar novamente.

Vazamento típico e comum.
Para soltar as mangueiras o ideal é ter este alicate
Parafusos tipo torx
Todo mecânico profissional diz que não precisa usar cola+junta. Como não sou profissional eu uso em meus carros
Junta original, nem adianta tentar com juntas paralelas

Eu faço desta forma em meus Monza, para demorar um pouco mais para voltar a vazar, tem dado certo.

E para completar troquei as velas e cabos de ignição, além dos filtros do carro.

Trocando o filtro de combustível
As velas já estavam na hora da troca
Cabos de velas já estavam fazendo o motor falhar em marcha lenta e se “desmancharam” ao desmontar.

É meio óbvio, mas … caso você não tenha certeza sobre a ordem dos cabos, sequencia de ignição é melhor anotar.

Também instalei um rádio novo, antena nova e os alto falantes de 5″ nas laterais internas atrás dos bancos.

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Restauração do Verdinho – post 11

Esta semana fui “visitar” meu Voyage “Verdinho ” na Bravus, Vi pessoalmente o capô novo pintado na cor verde álamo original. No momento o Felipe está fazendo toda a calafetação e emborrachamento, seguimos buscando a originalidade e o mais perfeito possível, trabalho artesanal e meticuloso.

Refazendo o emborrachamento na mesma cor original
KPO nos assoalhos novos
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Como eu testei o marcador de combustível

Na última vez que fui dar umas voltas com a Belina 4×4 enchi o tanque (depois que troquei a mangueira do bocal), mas o marcador de combustível indica apenas 1/4. Então resolvi testar a bóia do tanque e também o painel.

O primeiro passo é desmontar para ter acesso a conexão elétrica da bóia de combustível,

Usando um multímetro, veja se o circuito interno da bóia está “aberto” ou se tem algum valor de resistência.

Neste caso, como tem um valor de resistência significa que o circuito interno da bóia está funcionando, por isso que ao ligar a ignição o marcador indica 1/4 (porém o tanque está cheio). O ideal seria saber a “curva” de resistência, porém não é uma informação fácil de conseguir, mas a precisão também não é boa, seria apenas uma referência.

1/4 o tempo todo!!!

Passo seguinte, testando o mostrador do painel (galvanômetro): Para testar é muito simples, quando a resistência é 0 ohm ele deve indicar tanque cheio, então basta encostar um fio no outro e ver se indica “tanque cheio”.

Painel está ok!!!

Então qual o problema? Com certeza é um problema mecânico, ou seja a haste da bóia provavelmente oxidou nesta posição devido ao álcool (combustível) e por ser um carro de coleção e não ser usado com frequência o combustível não “balança”, o que deve ter feito a haste “travar” na posição equivalente a 1/4. Mas como ter certeza sem desmontar? Fácil. Basta balançar o carro e verificar se a resistência (no multímetro) varia ou não, neste caso balancei bastante a Belina e a resistência não muda. Agora é só comprar uma bóia nova e trocar.

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Restaurando minha Chevy 500 – post 8

A restauração da minha Chevy, vem se arrastando a alguns anos, principalmente pelo fato que até agora eu mesmo fiz tudo nela. Teria sido bem mais rápido se eu tivesse levado para algum funileiro/pintor profissional, mas por outro lado tenho aprendido bastante com as tentativas e erros, se você fizer uma busca aqui no blog (tem um campo ao lado) vai ler e ver muitas fotos desde quando guardei a Chevy e comprei a Saveiro…(Na verdade já guardei na coleçãozinha a Saveiro e o S/Rat que substituiu a Saveiro também….bom se passaram uns 10 anos). Enfim, em alguns posts do passado do blog eu consertei o painel traseiro (cortei, levei para bancada, desamassei e soldei de volta na Chevy) e fiz o acabamento com massa de poliester, pois não tinha as peças novas. E estava deste jeito…. Foi a melhor solução possível na época.

Faltava o acabamento e a preparação para pintura, mas a funilaria estava pronta.

Mas, consegui comprar peças novas de estoque antigo (NOS), não foi barato, mas foram aparecendo a venda e eu fui juntando as peças.

Peças GM de estoque antigo

Agora com as peças originais novas em mãos, resolvi desfazer tudo que eu já havia feito, principalmente para poder tirar o excesso de massa que precisei usar.

Como já tenho alguma experiência, sei onde posso cortar e como desmontar as soldas ponto, etc e tal…..kkkkk, eu poderia escrever isso, né? O blog é meu!!! Mas a verdade é que eu tinha uma ideia de como fazer (eu vi fazerem no Voyagessauro), mas o Felipe da Bravus me deu consultoria “online”… Afinal, estou adiantando o trabalho para ele, enquanto ele está restaurando o meu Voyage “Verdinho “.

Agora vai o tutorial para você fazer no seu Hotwheels aí na sua casa.

Primeiro encontre os pontos de solda que prendem a peça a ser trocada. Nestes pontos usando uma furadeira remova a solda ponto, tente não “atravessar”, embora nem sempre seja fácil.

No caso da traseira da Chevy, cortei as partes grandes com a esmerilhadeira e discos de corte para metal. Aqui vai o lembrete chato, mas necessário: Use EPI!!! Não tire as proteções das ferramentas!!!

Teoricamente seriam apenas o painel traseiro interno e o externo, mas …. eu sabia que as laterais já haviam sido consertadas com massa (na época que usava a Chevy diariamente), devido a ferrugem, então…. mais cortes!!!

Verdadeira Lasanha!!!

Cortando as laterais, tentando “salvar” as laterais internas.

Parece óbvio, mas tem que ter algumas ferramentas… acredite, já me mandaram mensagem dizendo que não era possível fazer o que faço em casa, porque precisava comprar ferramentas…. vai entender, né?
Cortando a “casca” externa
Tentando “despontear” como dizem os profissionais, sem estragar a peça “interna”

E finalmente soltando as soldas ponto.

As vezes os pontos de solda estão “invisíveis”, a dica é “limpar” a região, eu usei um disco tipo “flap” na esmerilhadeira.

E para soltar os pontos após furar, usei um martelo e uma talhadeira. Para retirar os pedaços de metal que ainda ficam presos também.

As vezes dá mais trabalho do que você imagina e exige mais força física do que parece, mas uma vez começado, não dá pra desistir!!!
Pontos de solda ocultos, um profissional já sabe onde eles ficam, mas eu só encontrei quando as peças não se soltaram e comecei a olhar com mais atenção.
Finalmente fora do carro e “testando” a peça usada numa “casca” nova original de estoque antigo
Estas são apenas as chapas externas para troca, por isso tentei desmontar as estruturas internas sem estragar muito, caso precise destas peças no futuro.
Outra opção que existiu eram estas peças que tem a chapa externa “casca” e a estrutura interna, optei em instalar estas e deixar tudo novo

Algumas partes estão pretas, pois passei um convertedor de ferrugem (fosfatizante) para não oxidar.

Nem parece uma Chevy 500

E agora algumas fotos “testando” a montagem das peças novas.

Painel interno
Encaixe perfeito
Painel traseiro
Voltando a parecer uma Chevy 500 (ignore as rodas VW BBS, são apenas para manobrar)

Ficou um “vão” pois o assoalho não encontrei original…. obviamente vai ter uma emenda aí.

O próximo passo é arrumar um espaço na agenda do Felipe para ele vir soldar com a MIG com Gás dele aqui na Garagem 150. (mesmo eu tendo uma Mig sem gás, prefiro não arriscar por estar trocando partes internas estruturais da traseira.

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Restauração do Verdinho post 10

Esta semana o Felipe começou a pintar o meu Voyage LS 1982 placa preta, ou simplesmente “Verdinho”. A primeira peça a ser pintada foi o capô do motor, assim o Felipe consegue avaliar se a cor ficou correta e outros detalhes técnicos da preparação e da tinta.

Pelo brilho e pela cor original “Verde Álamo” o Voyage Verdinhovai ficar incrível!!! As restaurações são demoradas, mas no final o resultado faz valer a pena a ansiedade e espera.

Video enviado pelo Felipe
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Manutenção nos Hotwheels da Garagem 150

Apostando no final da pandemia, aos poucos voltei a fazer as manutenções nos Hotwheels, para em 2022 voltar a frequentar os encontros de veículos antigos. Comecei pelo Voyagessauro, depois o S/R McQueen e a Belina 4×4 do meu Pai. A Saverado, o Jeep (Sgto Predador) e o S/Rat estão com a manutenção em dia, só colocar uma bateria e andar, o Fusca 75 está ok e em uso pela dona dele (minha Mãe). O Voyage Verdinho (está na Bravus sendo restaurado), o Fusca 72 e a Chevy 500 estão desmontados aqui na Garagem 150.

Belina 4×4 vazando álcool
Voyagessauro trocando óleo e pneus

Comecei trocando o óleo de todos eles (troco 1x por ano) e comprando algumas baterias para substituir as que “morreram” nos últimos 2 anos. Em meu S/R vermelho,  precisei trocar algumas mangueiras de combustível e partida a frio que estavam “rachadas”.

Mangueira de combustível

Mangueira de partida à frio onde vai ligada ao carburador

Já troquei também o filtro

Troquei também a mangueira entre o radiador e o reservatório,  já comprei várias e elas racham, então desta vez coloquei uma mangueira “genérica” igual fiz em meu outro S/R.

Mangueira genérica de mesmo diâmetro das “originais-paralelas” para esse lugar.
E como é de praxe, os vazamentos de óleo de motor e da transmissão continuam…

Também troquei uma peça raríssima que consegui comprar nova a alguns meses, mas ainda não tinha instalado. A proteção das polias do motor.

Em seguida troquei o óleo da Belina, mas ao fazer isso ao verificar o nível, puxei a vareta e bati a mão no conector do distribuidor e um fio quebrou…

Então tive que soldar o fio no conector original, pois a Ford usava um padrão que não é o Faston, embora seja bem parecido, veja nas fotos abaixo como eu fiz.

Padrão diferente do comum
Usei uma pinça para destravar o conector
E aqui consertado e protegido com fita de tecido.
vazando álcool na Garagem

Ao abastecer, pedi para encher o tanque de álcool e já começou a vazar no posto com metade da capacidade….

Mangueira de enchimento que liga do bocal ao tanque rachada

Para trocar foi bem simples, para soltar as abraçadeiras é preciso tirar o acabamento interno do porta-malas e embaixo no tanque. Ao erguer o carro coloque cavaletes, jamais confie apenas no pistão hidráulico do macaco-jacaré.

Cavalete colocado no eixo traseiro
Lateral interna traseira
Mangueira ressecada/rachada vazando
Mangueira velha é mais fácil cortar para desmontar
Mangueira trocada

Tudo pronto para voltar a frequentar os encontros e exposições.

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Restaurando minha Chevy 500 post 7 – Outravez!!!!

Exatamente isso, vou repetir o post de 4 anos atrás, pois resolvi melhorar a pintura do compartimento do motor, o ano passado fui limpar o compartimento do motor e acabei manchando a pintura que era fosca e feita com spray. Então desta vez resolvi fazer da forma que um profissional faria, só que na Garagem 150 mesmo, então pesquisei um pouco sobre o assunto, li um e-book, vi muitos videos no YouTube, mas obviamente que fiz seguindo as dicas do Felipe (Bravus). É algo que melhora muito o visual do carro então Faça Você Mesmo!!! A pintura do Compartimento do motor do seu Hotwheels.

Resultado final da pintura no compartimento do motor

Primeiro passo: Como já estava tudo desmontado, comecei limpando tudo e identificando que partes poderiam ser melhoradas. Optei em lixar e tentar deixar o mais liso possível, comecei com lixas 320 depois 400 e 600 por último, nas lixas 400 e 600 lixei com água.

Segundo passo: Lavei e deixei tudo limpo para identificar onde havia problemas com a massa kpo ou outros defeitos.

Terceiro passo: Refiz o Kpo onde estava trincado e acertei alguns pontos com massa rápida. Também passei primer 2 vezes e voltei a lixar com as lixas 400 e depois 600 sempre usando água.

Quarto passo: Limpei tudo novamente, e “empapelei/plastifiquei(?)” As partes da Chevy que não queria pintar. Antes de pintar passei a solução desengraxante em todo compartimento do motor.

Para pintar basta seguir as instruções do fabricante da tinta e do verniz. Neste caso a tinta comprei pronta, apenas regulei a pressão e a pistola de pintura de forma que a tinta saia parecendo um leque, na primeira vez passei um pouco mais devagar e a uns 30 cm, nas outras vezes mais de longe e usei uns 10 minutos de intervalo. O verniz é na proporção 2:1 (endurecedor) + 10% do thinner.

Cor escolhida: Prata Andino (original do Monza S/R 1986)

É claro que os profissionais não usam estes equipamentos, mas é possível ter um resultado razoável numa pintura caseira. Mas mesmo neste caso use máscara e proteja tudo que você não quer ver “pintado”, no meu caso não tenho cabine de pintura, então montei uma “favela de pintura” e protegi com capa meus outros Hotwheels.

Antes de começar a pintar lavei todo o local onde montei a “favela de pintura”, e também molhei o chão. A ideia é minimizar a poeira no ambiente.

E o resultado final da pintura em detalhes:

Pintei um pedaço de cada paralamas e o painel frontal apenas para ver como ficará a Chevy pintada com esta tonalidade de Prata. Alguns lugares ficaram “casca de laranja” que pode ser corrigido no polimento, outros faltou um pouco mais de verniz, mas no geral, para uma pintura caseira fiquei muito bom!!!!

Agora já posso montar, revisando toda mecânica e elétrica, ou fazer o mesmo trabalho na caçamba, a ideia é levar para a Bravus/Felipe fazer as partes externas.

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Instalando um medidor de combustível no jeep

Desde que comprei meu jeep, o marcador do nível de combustível não funciona muito bem, com o tanque cheio indicava 1/2 tanque. Mas ultimamente simplesmente parou de indicar, para saber onde estava o problema comecei medindo se havia alguma resistência na bóia…. até aí tudo ok, então aproveitei que o painel do jeep tem um acesso fácil e liguei um “fio novo” direto entre a bóia e o mostrador…mas nada…ou seja, o mostrador pifou!!!

Como um mostrador original costuma ser bem caro e ainda não é a hora da restauração do meu jeep (tenho 3 Hotwheels antes dele na fila), optei em colocar um instrumento adicional. Aproveitei para trocar a bóia pois quando desmontei a que estava no tanque a aparência dela não era muito boa.

Por outro lado era original Motorcraft (meu CJ5 é 72 e foi fabricado pela Ford), não encontrei uma original nova para comprar.

Aproveitei para já deixar no suporte um tacômetro (RPM) e temperatura de óleo, para instalar futuramente. Montei na bancada pois era mais fácil para ajustar os parâmetros de “tanque cheio”, “tanque vazio” e “meio tanque” do que depois de instalado no Jeep. No chicote do instrumento existe um botão de reset para fazer este ajuste. Veja nas fotos abaixo.

Instalei no Jeep e funcionou perfeitamente…..

Perfeitamente….. até eu ligar o jeep no final de semana para ir encher o tanque… e o marcador indicar tanque vazio. Bom, ao contrário dos programas de TV do Discovery turbo, na Garagem 150 nem tudo dá certo na primeira vez.

O trabalhoso foi tirar o banco do motorista novamente para acessar o tanque de combustível.

Comecei pelo óbvio, procurando algum mal contato, e era exatamente isso, mexendo no fio da bóia parecia que havia um problema no conector, cortei e coloquei outro….e….nada…. então comprei uma segunda bóia nova e também continuava o mal contato. Porém notei que ao testar as bóias fora do tanque eu aterrava a carcaça, desnecessário quando a bóia está parafusada no tanque de metal, que está parafusado na carroceria de metal do jeep, certo?

Pois é, mas na prática tive que colocar conectores olhal e aterrar a carcaça da bóia. Agora com este aterramento “redundante” funcionou perfeitamente!!! Verifiquei se o marcador do painel funcionaria novamente com este aterramento, mas infelizmente o marcador original pifou mesmo!!!

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Limpando o carburador do Fusca 75

Quem acompanha minhas aventuras D.I.Y aqui em meu blog, sabe que minha Mãe tem um fusquinha 1300 ano 1975. Obviamente que sou eu que faço a manutenção dele, ou seja, manutenção de fusquinha é uma moleza, certo? Não tem água para vazar, não tem AC, nem DH, nada elétrico e apenas 1 carburador bem pequeno e simples, pois é……. E justamente aí que está o problema, minha Mãe praticamente não usa o Fusca então a gasolina “estraga” no tanque e “seca” no carburador e acaba entupindo algum gicleur. Então o Fusquinha (minha Mãe chama ele de Herbie) fica sem marcha-lenta ou “sem força”.

Carburador ainda original de 1975

A alguns anos quando isso aconteceu, não consegui “desentupir” usando apenas Car80 e acabei comprando um carburador novo (Sim !!! Existe novo Brosol para comprar) instalei, regulei o novo e pronto!!! Guardei o original. Mas agora (depois de alguns anos) o carburador “novo” instalado também acabou “entupindo” por falta de uso.

Então peguei o carburador original, troquei a junta, válvula de agulha, bóia, desmontei e limpei tudo.

Carburador “solex” com logo da VW de 1975

Hoje eu e meu Pai trocamos novamente o carburador “novo-entupido” pelo original limpo…

Motor 1300 original exceto sistema de ignição

Foi só montar e regular a marcha-lenta. Fiquei tão empolgado por ter dado certo o conserto, que no final da tarde, voltando para a Garagem 150 já desmontei o carburador que está “entupido” e comecei a limpar.

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Restauração do Verdinho post 9

Durante a preparação para a pintura o Felipe (funileiro) notou que havia ondulações no capô que não “sumiam” após os lixamentos. Notou que a “lata” do capô esta “mole” onde não tem o reforço embaixo. Resumindo: Mesmo gastando muitas horas ainda corríamos o risco de não ficar perfeito ou talvez ficar com marcas na parte interna. Então tivemos que “caçar” um capô novo para o Voyage Verdinho. Pode parecer simples, mas você já tentou encontrar uma peça nova, de estoque antigo, para um carro brasileiro e comum de quase 40 anos???

Não é algo fácil de se conseguir novo e original, mas valeu a pena pesquisar na internet, pedir contatos de contatos dos amigos, etc. Pois o Verdinho ficará muito novo e o mais perfeito e original possível. Após muita pesquisa e alguns contatos conseguimos !!! (Na verdade quem conseguiu foi o Felipe, mas eu também tentei!!!)

E nada como ter uma “coleçãozinha autossuficiente “, tirei a capa, calibrei os pneus e coloquei a Saveiro na estrada para ir buscar o capô novo em outra cidade aqui do interior. Acho que já fazia uns 6 meses que eu não andava com a “Saverado”, na verdade devido a pandemia quase não tenho saído com os Hotwheels.

A uns 15 anos também troquei o capô do meu Voyagessauro (quando foi feito funilaria e pintura nele pela última vez), na época ainda se encontrava muitas partes da lataria VW original em autopeças, as concessionárias vendiam em lotes as peças encalhadas, para se livrarem do estoque. Algumas partes se podia escolher até a marca (assoalho já não existia mais original novo). Mas atualmente foi muita sorte encontrar alguém que comprou um capô novo e original, mas que a oficina acabou recuperando o original do carro….

Mas não vamos falar de $$$$, tem coisas na vida que não tem preço, e restaurar carros obviamente custa muito mais caro que o valor do carro no mercado.

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