O importante é não desistir!!!

Ano passado eu resolvi “despiorar” um pouco a funilaria e pintura do “Sgto Predador”. E o resultado ficou bastante razoável, (veja alguns posts anteriores aqui no blog para ver como eu fiz) mas passado algum tempo, algumas “trincas e rachaduras” voltaram a aparecer na pintura… Principalmente na região onde retirei toda massa plástica antiga mas acabei tendo que repor para “nivelar” a lata. Isso aconteceu, obviamente porque não sou profissional e errei algum processo.

Então hoje comecei a refazer a funilaria, retirando a massa “trincada”, preenchendo e lixando uma área um pouco maior. O importante é não desistir, nem que após a pandemia eu tenha que fazer umas aulas com o Felipe da Bravus.

Atualizando: Lixei com lixa d’água 100 para nivelar a massa de poliéster, depois 280, 400 e 600, passei primer em spray mesmo e retoquei usando 2 latinhas de spray que encomendei (pela internet) da cor do carro. Como comprei do mesmo vendedor a cor foi exatamente a mesma.

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Pintando as portas do Jeep

A alguns meses comprei pela internet uma capota nova para o meu CJ5, principalmente devido as janelas da capota militar original estarem amareladas. No kit também vieram novas capas para as portas. Montei a capota nova, sem maiores problemas, mas as portas precisam ser costuradas, bom, quando a restauração envolve alguma costura sempre peço a ajuda da D. Ivani. e normalmente sempre conseguimos fazer nós mesmos (de coifas para a alavanca de câmbio e até refazer a capa dos bancos traseiros).

Novas capas das portas

Mas desta vez as capas das portas não cabem na máquina de costura da minha Mãe, precisaríamos de uma maquina profissional, específica ou a parte da máquina que prende a agulha mais alta, sei lá. Enfim, se eu quiser trocar as capas das portas tenho que ir a um tapeceiro profissional, mas aí começou a Quarentena do Covid19…..e ainda não acabou….. Então tive a ideia de pintar as portas originais, ainda tinha 1 spray verde militar sobrando, da mesma tinta que usei no Jeep depois de “despiorar” a funilaria do “Sgto Predador”, veja o resultado abaixo nas fotos.

E aqui o resultado final, acabei conseguindo dar uma sobrevida as portas originais.

Portas pintadas da mesma cor da carroceria
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Restauração do Verdinho post 4

Mais algumas fotos do trabalho que o Felipe (Bravus Funilaria) está fazendo em meu Voyage LS 1982 totalmente original.

Abaixo após aplicação do Primer Epoxi

E abaixo após o Primer PU. Próximo passo a preparação para a pintura.

E abaixo a importância de você levar seu Placa Preta para a oficina correta que além de fazer um excelente trabalho, está atualizada com as leis do Detran/Contran. Se retirar o lacre, atualmente te obrigam a colocar a placa do Mercosul no lugar da placa preta.

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Trocando novamente o fundo painel do Voyage 83

A mais ou menos 10 anos mudei o fundo do painel do meu Voyagessauro colando um kit de adesivos que se vendia na época. Na verdade tenho 2 painéis de instrumentos e colei kits de marcas diferentes, um deles continua perfeito até hoje, mas o que estava instalado no Voyagessauro fez bolhas.

E o Painel de “backup” que continua guardado com adesivos e ainda não deram problemas ao longo destes anos. obs: Comparando as quilometragens vi que andei 400 km em 10 anos (talvez 12 anos, não tenho certeza quando troquei o painel).

Então procurei o fabricante dos adesivos do painel acima que não deu problema, para comprar um kit novo. Porém atualmente eles fabricam um kit com o fundo em acrílico e impressão muito próximo do original.

Para instalar, basta soltar estes parafusos e trocar o fundo. Obviamente com cuidado para não quebrar os ponteiros ao retirar. O kit vem com uma tinta para pintar os ponteiros e uma fita de Led que eu não usei no meu Voyagessauro (usei no meu S/Rat mostrarei em outro post).

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Boa surpresa ao Limpar o carburador

No último final de semana foi a vez de ligar todos os Hotwheels da Garagem 150, faço isso mais ou menos a cada 20 dias. Mas como é costume em carros antigos, sempre surge algum probleminha, desta vez o S/R Mc Queen não tinha marcha-lenta.

Tentei limpar com um descarbonizante sem desmontar o carburador, mas não deu certo, então tive que romper os lacres originais da Brosol (eu comprei este carburador Novo em 2015).

Carburador sujo

Mas a grande surpresa foi verificar que não tem nenhuma corrosão, mesmo após 5 anos e meu S/R ficou parado todos estes anos com a cuba cheia de álcool (só andei 300 km desde 2014). Foi uma boa surpresa pois lembro que na década de 80 meu Pai chegou a trocar o carburador do Voyagessauro (ainda era original 1.6) devido a corrosão, e ele tinha pouco mais de 5 anos de uso. Isso significa que o material/processos dos carburadores melhoraram e o combustível melhorou também.

5 anos e sem nenhuma corrosão

Na prática eram apenas um pouco de sujeira….agora, como isso chegou até a cuba do carburador passando por filtro e a telinha de entrada, realmente não sei?

Sujeira que estava na cuba do carburador

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Como eu fiz o acabamento traseiro dos bancos Recaro em fibra de carbono.

Mesmo com um rolo inteiro do tecido para restaurar as laterais e o acabamento da parte traseira dos bancos Recaro, ainda não fiz a reforma dos bancos do meu Monza S/R 86. Então resolvi fazer uma experiência e fiz um acabamento usando fibra de carbono.

Usei a mesma técnica da tampa do painel da minha Chevy.

E o resultado final.

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Quando devo trocar a água do radiador?

Vou compartilhar com vocês uma dica de algo que só descobri a alguns meses, testei e funciona bem…..

Não estou falando em situações óbvias onde você olha para o reservatório de água do radiador e não consegue nem ver onde está o nível de tão “sujo” que está o sistema, claro que neste caso você deve esgotar o sistema de arrefecimento, trocar a água (sem cloro) e o colocar o aditivo correto para o motor e na proporção correta para seu carro (como fazer isso já existem uns 3225 tutoriais na internet). Mas estou falando de carros bem cuidados onde o aditivo parece novo, mas você nem lembra quando trocou a água e o aditivo pela última vez. Será que o aditivo ainda está fazendo o papel dele? Para saber isso é mais simples do que você imagina, basta testar com um termo densímetro (Fica tranquilo que tem alguns muito baratos para comprar e funcionam). Eu comprei este por exemplo:

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Observe que enchi de água e o ponteiro (que de um lado indica a temperatura de ebulição e do outro temperatura de congelamento) não mudou de posição.

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Testei em meu Voyagessauro (é o hotwheels que está a mais tempo sem trocar a água) veja na foto acima, que agora está indicando que a ebulição (teoricamente) aconteceria a 126ºC, no outro lado o termo densímetro indica a temperatura de congelamento (obviamente que aqui onde moro no interior de SP não preciso me preocupar com isso).

Resumindo a dica: Quer saber se o aditivo ainda está Ok ou se está na proporção correta, compre um termo densímetro baratinho.

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Como eu adaptei um carburador 2E/3E na Chevy 500 1.6/S ano 1990

Esta adaptação é na verdade um upgrade bem simples e comum de ser feito na Chevy/Chevette, pois é algo que a própria GM/Chevrolet fez no finalzinho da vida deste motor 1.6/S. Então existem 2 possibilidades para se fazer este upgrade (para quem já não tem dos últimos Chevy/Chevette), comprar um coletor de admissão original e filtro de ar plástico original para o carburador 2E/3E (e gastar um bom dinheiro porque estas peças já são raras) ou fazer o que eu fiz, comprar uma flange para o coletor de admissão e adaptar o filtro de ar original de “lata”, no caso da minha Chevy 500 ano 1990 ele é original vermelho.

Flange de adaptação para carburador Brosol 2E ou 3E

E para adaptar o filtro de ar, usei uma micro retífica e uma lima para ajustar, conforme as fotos abaixo.

Ajustando o filtro de ar antigo ao novo carburador

E para fixar o filtro de ar ao carburador usei o anel trava do Volkswagen Santana com carburador 3 E com as porcas e pronto.

E depois de pronto.

Carburador Brosol 3E usando filtro de ar de lata na Chevy 500 ano 1990

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Como trocar a junta da tampa de válvulas

Esse é um trabalho bem fácil, porém existem algumas dicas práticas que podem ser úteis. O principal problema é a qualidade das juntas, ou melhor, a falta de qualidade delas no mercado de reposição, mesmo que você queira pagar pela qualidade original, simplesmente não existem mais, afinal são poucas pessoas que tem carros “velhos” por hobby e pagariam mais por isso. E infelizmente vazar óleo pela tampa de válvulas parece ser uma “característica” dos meus 2 Monza S/R, chega a ser hilário que o meu S/R (original) eu troque a junta todo ano quando vou trocar o óleo e filtro dele, isso que ele rodou apenas 300 quilômetros indo em exposições (nos últimos 7 anos), o outro S/R já perdi a conta de quantas juntas troquei em 20.000 quilômetros e 3 anos.

Atualmente existem basicamente 2 opções de juntas para a tampa de válvulas, as de cortiça que se usava antigamente (as originais dos anos 80 eram de cortiça) e as juntas de “borracha” parecidas com as dos motores atuais, particularmente prefiro comprar a de borracha da melhor qualidade possível, o problema destas últimas é que o fabricante nunca forneceu para a linha de montagem original e muitas vezes o catálogo de aplicação está todo errado (no caso do Monza, tem muitos fabricantes achando que todo motor família II usa a mesma junta, e na verdade existem “N” tipos de tampa de válvulas do primeiro Monza até o ultimo Astra/Vectra).

Mas vamos ao tutorial e as dicas:

O primeiro passo óbvio é desmontar tudo e retirar a tampa de válvulas.

O segundo passo com muito cuidado e usando um estilete, retire os pedaços da junta velha.

Neste caso, também troquei a junta da bomba de combustível que também estava vazando óleo.

O terceiro passo é lavar a tampa de válvulas usando algum tipo de desengraxante para eliminar os resíduos de óleo e sujeira que possa atrapalhar a vedação da junta nova.

Tudo limpo e algumas peças novas.

O quarto passo é montar tudo de volta, mas para “garantir” a vedação passe uma camada (de cada lado da junta) alguma cola de silicone para juntas.

O quinto passo e último passo é parafusar a tampa, alguns kits de junta tem uma arruela que “limita” quanto você deve apertar (kit ideal), mas caso não seja o seu caso, aperte o suficiente para não soltar os parafusos com a vibração do motor sem esmagar a junta nova obviamente. Também respeite o tempo de secagem da cola de silicone antes de ligar o motor novamente.

 

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Montando o interior da Chevy 500

Continuando as férias coletivas/quarentena na Garagem 150, aproveitei as últimas semanas para montar o interior e restaurar algumas peças externas até chegar a vez da funilaria e pintura externa  (mudei de idéia novamente:  Assim que o Felipe – Bravus funilaria, terminar o Voyage Verdinho, a Chevy será a próxima e só depois o Fusca). Resolvi limpar as peças internas, pintar e tentar deixar o  melhor possível antes de montar todo o interior. O assoalho eu já havia feito o conserto e colado a manta térmica e a forração acústica. Veja toda a restauração que eu mesmo fiz na Chevy nos links ao lado direito ou na busca do blog.

Provavelmente você deve estar pensando : “Mas montar o interior antes da funilaria e pintura?” Pois é, mas não se preocupe só falta a parte externa, já fiz toda funilaria dos assoalhos e pinturas internas, sem dizer que a minha Saveiro já fizemos desta forma (Eu e o Felipe) e deu tudo certo.

Comecei instalando o carpete novo, a única dificuldade foi cortar corretamente onde vão instalados os consoles, cintos e bancos, escolhi um carpete cinza para combinar com os bancos Recaro que adaptei, no lugar do carpete preto que usava anteriormente e estava bem gasto. Originalmente minha Chevy 500 nem tinha carpete, tinha um tapete de borracha que cobria todo assoalho, (ela é o modelo básico SL), mas este tapete original estava em péssima condição, já gasto e todo rasgado faltando alguns pedaços quando comprei/ganhei o carro em 2002.

Terminei de adaptar os bancos Recaro (originais do Kadett GSi) ficaram um pouco mais altos do que eu gostaria, pois utilizei a base dos bancos originais do Chevette/Chevy e a espuma dos bancos Recaro são mais grossas que a espuma do banco original do Chevette, mas foi a solução que encontrei, suponho que mesmo uma base do Recaro do Monza S/R (raríssimos em boas condições por sinal) também não daria certo sem adaptações. Lavei os cintos de segurança originais e instalei. Adaptei o console do freio de mão do Chevette para melhorar o acabamento.

Também instalei um rádio original Chevrolet (0km) do final dos anos 90, que ainda utiliza fitas K7 (original do Corsa e Astra da época), é claro que comprei este rádio a muitos anos e estava guardado esperando esta oportunidade. Além do carpete, também coloquei tapetes de borracha e os botões do farol e ventilação novos ( mais peças originais de época que fui garimpando nos últimos anos quando encontrava por um preço justo).

Como a maioria dos carros antigos, os plásticos acabam ressecados e quebram, então além de colar, fiz um suporte de reforço. Também fiz uma tampa de fibra de carbono onde originalmente ficam os botões do desembaçador traseiro e neblina do Chevette, hoje praticamente impossível conseguir as tampinhas originais GM por um preço justo. E como você deve ter visto no post anterior, também fiz esta tampa para cobrir um buraco no painel. Outro detalhe: troquei a cor do acendedor de cigarros o original era verde, mas o painel sempre acendeu âmbar, vai entender a GM, no Monza S/R o original também é verde (vai saber a lógica disso). Eu sei que você pensou que eu deveria colocar apenas uma tomada 12V e retirar o acendedor, talvez eu até faça isso depois, mas acho interessante deixar alguns detalhes “de época”. Outro detalhe que adaptei foram vidros elétricos e trava elétrica.

Fiz um Suporte de reforço para o plástico

É claro,  já que estava tudo desmontado resolvi melhorar um pouco a “macarronada”, separando os fios originais, daquilo que foi adaptado. Refiz o chicote do radio, travas e vidros.

No lugar do relógio adaptei um tacômetro

E o resultado final do interior.

Também restaurei os faróis, desmontando, limpando e pintando tudo, coloquei piscas Novos e originais.

Fiz o mesmo nas lanternas traseiras.

 

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