Limpando o carburador do Fusca 75

Quem acompanha minhas aventuras D.I.Y aqui em meu blog, sabe que minha Mãe tem um fusquinha 1300 ano 1975. Obviamente que sou eu que faço a manutenção dele, ou seja, manutenção de fusquinha é uma moleza, certo? Não tem água para vazar, não tem AC, nem DH, nada elétrico e apenas 1 carburador bem pequeno e simples, pois é……. E justamente aí que está o problema, minha Mãe praticamente não usa o Fusca então a gasolina “estraga” no tanque e “seca” no carburador e acaba entupindo algum gicleur. Então o Fusquinha (minha Mãe chama ele de Herbie) fica sem marcha-lenta ou “sem força”.

Carburador ainda original de 1975

A alguns anos quando isso aconteceu, não consegui “desentupir” usando apenas Car80 e acabei comprando um carburador novo (Sim !!! Existe novo Brosol para comprar) instalei, regulei o novo e pronto!!! Guardei o original. Mas agora (depois de alguns anos) o carburador “novo” instalado também acabou “entupindo” por falta de uso.

Então peguei o carburador original, troquei a junta, válvula de agulha, bóia, desmontei e limpei tudo.

Carburador “solex” com logo da VW de 1975

Hoje eu e meu Pai trocamos novamente o carburador “novo-entupido” pelo original limpo…

Motor 1300 original exceto sistema de ignição

Foi só montar e regular a marcha-lenta. Fiquei tão empolgado por ter dado certo o conserto, que no final da tarde, voltando para a Garagem 150 já desmontei o carburador que está “entupido” e comecei a limpar.

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Restauração do Verdinho post 9

Durante a preparação para a pintura o Felipe (funileiro) notou que havia ondulações no capô que não “sumiam” após os lixamentos. Notou que a “lata” do capô esta “mole” onde não tem o reforço embaixo. Resumindo: Mesmo gastando muitas horas ainda corríamos o risco de não ficar perfeito ou talvez ficar com marcas na parte interna. Então tivemos que “caçar” um capô novo para o Voyage Verdinho. Pode parecer simples, mas você já tentou encontrar uma peça nova, de estoque antigo, para um carro brasileiro e comum de quase 40 anos???

Não é algo fácil de se conseguir novo e original, mas valeu a pena pesquisar na internet, pedir contatos de contatos dos amigos, etc. Pois o Verdinho ficará muito novo e o mais perfeito e original possível. Após muita pesquisa e alguns contatos conseguimos !!! (Na verdade quem conseguiu foi o Felipe, mas eu também tentei!!!)

E nada como ter uma “coleçãozinha autossuficiente “, tirei a capa, calibrei os pneus e coloquei a Saveiro na estrada para ir buscar o capô novo em outra cidade aqui do interior. Acho que já fazia uns 6 meses que eu não andava com a “Saverado”, na verdade devido a pandemia quase não tenho saído com os Hotwheels.

A uns 15 anos também troquei o capô do meu Voyagessauro (quando foi feito funilaria e pintura nele pela última vez), na época ainda se encontrava muitas partes da lataria VW original em autopeças, as concessionárias vendiam em lotes as peças encalhadas, para se livrarem do estoque. Algumas partes se podia escolher até a marca (assoalho já não existia mais original novo). Mas atualmente foi muita sorte encontrar alguém que comprou um capô novo e original, mas que a oficina acabou recuperando o original do carro….

Mas não vamos falar de $$$$, tem coisas na vida que não tem preço, e restaurar carros obviamente custa muito mais caro que o valor do carro no mercado.

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Melhorando o sistema de Arrefecimento do meu Jeep

Obviamente que estou falando do CJ5 (Willys/Ford), mais especificamente do meu Jeep o Sargento Predador 1972 (nada contra os jeep de ir ao shopping, mas são apenas homônimos). O sistema de arrefecimento dele é o mais simples que existe, você enche o radiador e quando aumenta a pressão, ele joga para fora o excesso de líquido. Porém não existe a reposição “automática” do líquido, você precisará abrir a tampa do radiador (quando frio) e repor.

No original é necessário ficar repondo o líquido que é “jogado fora” quando quente

Para melhorar o sistema, instalei um reservatório de expansão (modelo dos primeiros Voyage), apenas liguei a saída do radiador ao reservatório. Também fiz um suporte para segurar o reservatório, tentando deixar o mais alto possível, para a mangueira ficar no melhor nível possível.

A grande vantagem desse sistema com o reservatório não pressurizado é que as alterações são mínimas, mas não existe perda do líquido de arrefecimento.

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Restauração do Verdinho post 8

Funilaria pronta!!!!

Na verdade só faltam alguns pequenos detalhes na preparação que o Felipe encontrou e está acertando antes da tinta base.

Marcando pontos de melhoria na preparação para pintura
Lugar onde o Verde Álamo original fosco do compartimento do motor sobreviveu. Escolhi em deixar original e pintar internamente apenas onde for necessário.

Dentro no assoalho ainda falta o acabamento entre as chapas antes da pintura. Olhamos lugares ainda com a tinta original para saber se a parte interna era fosco ou brilhante. Conversando e vendo as possibilidades, resolvemos pintar com tinta “PU” por ser atualmente o mais próximo da tinta original da época (descartamos a ideia do Poliester+verniz para o Verdinho).

Enfim, estamos quase na reta final desta etapa de funilaria e pintura.

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Restauração do Verdinho post 7

Mais um item para a restauração do Verdinho. Hoje finalmente consegui ter todo o material necessário para refazer os bancos no modelo original do Voyage LS 1982. A algum tempo eu encontrei e comprei o tecido preto liso das laterais e o material (napa,courvin,sei lá o nome) preto que imita couro e vai na parte de trás dos bancos dianteiros, mas este final de semana consegui comprar online uma réplica do tecido do centro dos bancos (o nome é veludo cotele) e hoje chegou, junto com o filete plástico preto que vai entre o tecido preto liso e o material que imita couro.

Pode parecer algo comum e trivial, fazer a tapeçaria de um carro antigo, mas neste caso, voltar aos tecidos originais será uma grande melhoria, pois na vistoria para a placa de coleção a uns 3 anos, o tecido dos bancos foi o único item que o Verdinho perdeu pontos. Ou seja…. após a montagem ele será 100% original. Bom, o próximo passo será escolher um profissional para fazer o serviço de tapeçaria.

E a funilaria continua… confesso que mais demorado do que eu imaginava, mas o importante é ficar perfeito e original, agora está na fase de preparação para a pintura.

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Como consertar um ratlook?

Agora que não uso mais meu S/Rat diariamente (Monza S/R 1986), comecei a tentar resolver alguns problemas graves (por isso deixei de usar e ele parou de me deixar na mão, mas isso será assunto de outro post) e outros defeitos mais tranquilos, consertos sem pressa já que a alguns meses ele está guardado na Garagem 150. O assunto do post de hoje é um problema irritante, era um “nhec-nhec” na tampa traseira, a causa é que a ferrugem “abriu” um buraco bem maior que o local onde vai uma das borrachas que ajustam a tampa e mantém ela fixa sem ficar chacoalhando e fazendo barulho.

Estas marcas escuras são de “ferrox” e etc

A maneira correta de consertar é bastante óbvia, uma tampa nova!!! Embora seja raríssima hoje em dia (como ouvi uma vez: “mosca branca de olhos azuis usando all star vermelho”). Mas acredite: eu já tenho 1 tampa 0km original GM para substituir esta tampa podre do S/Rat comprada a muitos anos (Na verdade tenho guardado todas as latas novas para deixar o S/Rat restaurado).

Ignore as peças de Fusca, admire a tampa e dentro do saco tem uma traseira original de Monza hatch

Mas no momento estou curtindo muito este estilo de deixar as marcas de uso e desgaste do tempo, sem contar que tenho outros 3 carros na fila da restauração antes de chegar a vez dele.

Mas então como consertar deixando estas marcas? Uma possibilidade seria tentar soldar um remendo, furar e colocar a borracha/batente. Mas soldar e esmerilhar tão perto do vidro traseiro? Este não tenho outro novo. A possiblidade de esquentar demais na hora da solda e danificar o vidro seria muito grande devido a minha falta de habilidade com a Mini-MIG. Então descartei esta opção e fiz uma “gambiarra” no melhor estilo RAT!!!!

Fiz um suporte com uma chapinha de inox reciclada de uma luminária de jardim quebrada.

Cortei usando uma tesoura para chapas, dobrei usando a morsa e um martelo de plástico, e furei na medida da borracha.

E para não soldar furei o suporte e parafusei na tampa traseira. Tem como ser mais Rat look que isso?

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Consertando alguns problemas elétricos e outros detalhes no Sgto Predador

Desde quando comprei meu Jeep, notei que ele tinha alguns problemas elétricos e que o ideal seria trocar o chicote completo, pois os fios estão ressecados. Porém vou deixar para fazer isso quando for restaurar toda funilaria e pintura, então fiz algumas ligações paralelas, sei que é uma “gambiarra”, mas como não sou profissional….é aceitável. Porém depois de 5 anos de uso e uns 4.000km depois, o fusível 3 estava queimando após alguns segundos de seta ligada a esquerda. A buzina também não funcionava e utiliza o mesmo fusível. Então comecei estudando o esquema elétrico do manual da Bernardini.

E na prática seguindo o fio correto indicado no manual, descobri que o problema era um curto em um fio que ficou raspando na carroceria. E na Buzina o problema estava na chave de seta…Apenas para garantir troquei o relé e coloquei fusíveis novos também.

Ainda na parte elétrica, ultimamente a partida estava cada vez mais difícil, a bateria já estava bem velha (embora ainda com carga e acionando a partida). Após algumas medições na bobina de ignição, vi que não tinha tensão durante a partida, tinha tensão com o KL15 acionado e obviamente depois com o motor ligado, ou seja somente quando soltava a chave após acionar o motor de partida (desde a compra notei esta característica, mas como o motor acabava ligando, achava que estava correto). Desmontei o contato de ignição do painel e notei que havia 1 fio ligado na posição “ACC”, (este CJ5 foi fabricado pela Ford e usa o comando dos carros Ford dos anos 70) mas o jeep não têm radio FM!!! Então percebi na hora onde estava o problema, apenas mudei o fio para a posição correta “IGN” e o Jeep passou a ligar o motor fácil como qualquer outro carro, também aproveitei a revisão e coloquei uma bateria nova, pois a anterior já tinha 5 anos (era uma bateria não selada, possível repor o líquido e que ficava sempre com um carregador ligado nela por isso da alta durabilidade).

Na parte mecânica, regulei o ponto de ignição e o carburador.

Também instalei cintos de segurança novos, os antigos estavam travando a regulagem, provavelmente por acúmulo de poeira/terra.

Outras manutenções simples, foram a troca do reservatório do fluido de freio que estava rachado e recolocar 2 porcas que caíram do primário do escapamento.

Aos poucos o Sargento Predador vai ficando cada vez melhor….

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Frisos laterais novos para o S/R Mc Queen

Se você costuma ler meu blog e acompanha as restaurações ou reformas dos meus Hotwheels, deve estar se perguntando: Mas esse Monza S/R vermelho 1987, já não está pronto a uns 6 ou 7 anos?

Frisos originais novos garimpados na internet nos últimos 5 anos, juntando peça por peça até formar 1 jogo completo.

Sinto informar, mas tudo sempre pode ser melhorado… E cada detalhe que você conseguir melhorar na sua restauração vale muito a pena, não apenas pelo valor de mercado do veículo de coleção, mas principalmente pela satisfação de deixar o carro cada vez mais novo e original. No caso dos frisos, quando restaurei este S/R montei as melhores partes de 2 jogos de frisos originais (eram do S/R vermelho mesmo e o outro do Prata), na época foi a melhor e única opção que eu tive. Simplesmente não existem mais estes frisos originais para se comprar na concessionária.

Então passei os últimos 5 ou 6 anos “garimpando” partes originais e novas, e agora finalmente consegui formar 1 jogo completo. A ironia é que nesta busca encontrei até uma transmissão 0 Km de Monza S/R 1987 para comprar…. obviamente comprei, né? Mas é assunto para outro post e depois que for instalada.

Pode até parecer loucura ou como dizem sobre os antigomobilistas …. é literalmente coisa de “Zé Frizinho”. Mas é nos pequenos detalhes que dá para ver a diferença.

Qual é original novo e qual eu restaurei com adesivo vermelho e plaqueta paralela?

Pois é…. obviamente a de cima é original Nova, a cor é mais escura e o acabamento melhor.

Mas e os frisos usados que estavam no S/R vermelho?

Já retirei os adesivos, comprei plaquetas do Monza S/R novas, porém paralelas e as linhas vermelhas serão pintadas da cor original pela Bravus funilaria. Agora sim, melhor restaurados e que futuramente posso usar no S/R prata…. Mas só no futuro, atualmente ele ainda é o S/Rat!!!

Então refiz as linhas vermelhas com adesivo no pior jogo de frisos e montei no S/Rat… Como dizem “de perto ficou ruim, mas de longe parece que está perto”. Mas na foto….

S/Rat o meu Monza S/R modificado
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Restauração do Verdinho post 6

Apenas para matar a saudade e ver como está o “Verdinho”, meu Voyage 1.5 1982 todo original, embora toda pintura já tenha sido removida e no momento ele está cinza. A funilaria está pronta e está todo liso e sem ferrugem, a próxima fase é da preparação para a pintura. Trabalhoso e demorado, mas as restaurações são assim….

Saudades de andar em meu Voyage 1.5 4 marchas, gasolina, carburador simples e platinado.
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Mais consertos no S/Rat (Monza S/R 1986)

Continuei investigando qual poderia ser o problema das falhas em cargas altas e rotação baixa (andando a 60km/h) e outros problemas que a adaptação do ar condicionado está causando. Talvez você ache chato e técnico demais este post, mas foi o que andei fazendo nas minhas horas de diversão na Garagem 150.

Vou escrever primeiro o que deu certo…. talvez por acaso…mas funcionou!!!! Comecei desmontando novamente o carburador, verifiquei se estava tudo correto conforme seria a regulagem original de um 1.8 com 2E, na montagem regulei a mistura ar/combustível e rotação novamente. Também troquei a bobina “nova” por outra (do meu outro S/R o 1987) do mesmo modelo a famosa 067 da Bosch.

Verificando na tabela da Brosol
Regulando o Kicker também

Desmontei também o distribuidor de ignição (cheguei a instalar um distribuidor do motor 2.0 para testar, mas voltei o original) lubrifiquei o eixo e acertei o ponto de ignição conforme o manual do Monza 1.8.

Não tenho explicação plausível, mas parou de falhar em cargas altas e rotação abaixo de 2000 rpm, tenho apenas teorias imaginando que o distribuidor poderia estar com o avanço centrífugo “enroscando”, mas não tenho como saber…. até acontecer novamente e desmontar o distribuidor para ver se está travado. Por outro lado pode ser apenas “trauma”, por isso ter acontecido no meu outro S/R o ano passado.

Outro problema que tento resolver desde que adaptei o ar condicionado, é fazer o motor não apagar quando ligo o ar condicionado em marcha-lenta ou quando o ventilador do radiador liga (automaticamente) e o motor apaga sempre em marcha-lenta. Se estou andando ou se percebo que vai morrer é só dar uma acelerada…. Mas não deveria ser assim….

Apesar da elétrica do ar condicionado ter sido feito por um ótimo profissional, eu desmontei para verificar e instalar um relé na válvula adicionadora de ar (aciona o Kicker do carburador)

Inicialmente comprei uma bateria nova, mas não resolveu, então achei que este problema do motor apagar poderia estar relacionado a alta carga no alternador, no momento que aciona o compressor do ar e a velocidade 1 do ventilador do radiador ao mesmo tempo, e apesar da pouca perda de tensão no cabo original do positivo da bateria ao alternador (medi apenas 8 mili ohm) instalei um cabo paralelo para “garantir” a maior tensão possível na bateria. Nestes dias extremamente quentes (temperatura ambiente a quase 40°C) o S/Rat começa a falhar em congestionamentos, a temperatura da água do motor chega a quase 100°C ,mesmo com a velocidade 2 funcionando, mesmo desligando o ar condicionado a temperatura não abaixa. Também medi que a diferença entre a velocidade 1 e 2 do radiador é de apenas 1 volt. Também refiz as ligações elétricas. Mas ainda não consegui uma solução para isso também…. A não ser evitar congestionamentos….

Refazendo algumas ligações do chicote original. Não quer usar fio vermelho? Marque o fio positivo com uma fita!!!

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