Na oficina para um conserto

O motor de partida já era!!! Agora é desmontar e esperar o novo chegar. Como eu sei? Verifiquei toda parte elétrica e mesmo assim o motor de partida não é acionado, então dei as famosas “Batidinhas” na carcaça dele e voltou a funcionar.

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Cenas de Terror

Qual nome você daria para essa monstruosidade? Santeiro, Amarana, Santrok, Savana?

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Adaptando Ar Condicionado e Direção Hidráulica no Monza S/R 1986 – post 1

Já vou começar este post pedindo desculpas a você que é um leitor assíduo do blog e já sabe a primeira parte da história que vou contar. Quando restaurei meu Monza S/R 1987 (vermelho) retirei o Ar Condicionado e a Direção Hidráulica pois eram adaptados e meu objetivo foi colocar as placas pretas (coleção) e deixá-lo original, então tenho a uns bons anos algumas peças usadas para fazer uma “gambiarra”, além disso tenho algumas peças originais do ar condicionado de um “falecido Monza tubarão” que encontrei em um desmanche/ferro-velho. Acho que você já entendeu tudo, né?

Vou consertar e instalar o que for possível recondicionar e aproveitar no meu S/Rat (Monza S/R prata 1986), afinal uso ele para ir ao trabalho diariamente e aqui no interior de São Paulo tenho a impressão que a cada ano o verão é mais quente!!! Mas obviamente na Garagem 150, minhas idéias malucas de adaptação e upgrade nunca dão certo na primeira vez ou são fáceis e rápidas de executar como nos programas do Discovery Turbo.

Comecei pesquisando no catálogo de peças da Chevrolet o número das peças e no Fórum Monzeiros se alguém já havia feito alguma adaptação parecida e após ler tudo minha conclusão foi:

Até 1986 existem 3 números de suportes do compressor e/ou bomba da direção (apenas AC, apenas DH e AC+DH) e os 1987 até 1990 outros 3 tipos diferentes e do 1991 até o último 1996 outros…. Enfim o suporte não original (e bem “tosco” por sinal) que eu tenho (1987) não serve no S/R 86 (existe uma pequena diferença que não permite alinhar corretamente o compressor do Ar, a bomba da DH e o alternador), assim como a polia do virabrequim que também é diferente, etc.

Na verdade, todas essas diferenças acontecem pois até 1986 o motor é GM-Família II fase I, após 1987 Fase II e após 1991 (no “Monza tubarão”) muda até a posição da bomba da DH.

Logo passei os últimos meses “caçando” na internet as peças originais para montar o compressor e a bomba da Direção Hidráulica!!!

Não foi fácil descobrir os números corretos e ainda encontrar para comprar essas peças bem raras, pois em 1985/1986 poucos Monza eram completos com AC+DH até mesmo nos Classic e S/R eram opcionais.
Minha idéia agora será comprar uma caixa evaporadora e um condensador universal (desses genéricos que usam em Fusca, Opala,etc) e adaptar no S/Rat…..bom …..vou continuar estudando as opções, consultar profissionais de AC e DH e ver as possibilidades. e claro, irei “postar” aqui no blog da Garagem 150 a evolução dessa idéia.

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Como estou fazendo as réplicas do aerofólio original do Voyage 81-96 – post final

Após quase 1 ano do último post, posso dizer que não deu certo!!! Além dos problemas que mostrei nos posts anteriores, nesse 1 ano descobri que a resina tem baixa durabilidade no sol, ela acaba trincando e sem contar que fica amarela acabando com o visual da fibra de carbono. Como eu descobri? Através do aerofólio que fiz para meu S/Rat, também experimentei passar verniz…. Mas não resolveu, veja nas fotos.

Talvez a durabilidade aumente usando resina com proteção UV, em todo caso agora pintei o aerofólio e vamos ver neste próximo ano se algo acontece. De qualquer forma não consegui o resultado esperado, mas valeu a experiência, aero de fibra de carbono e resina epóxi apenas em carros de exposição (longe do sol e do uso diário). Ah….como consertei? Fiz uma “funilaria”, lixando (até postei no Instagram) depois usando massa acrílica preenchi as trincas e pintei.

Como estava literalmente com a mão na massa já deixei pronto e guardei outro aerofólio (de fibra de vidro) para meu S/R de uso diário.


E apesar de gostar muito do visual da fibra de carbono achei que ficou muito bom pintado de preto fosco.

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Como eu instalei instrumentos adicionais no CJ5/B12

O Painel do Jeep é bem simples, assim como muitos carros básicos, então instalei alguns instrumentos adicionais. Veja como eu fiz abaixo:

O primeiro passo é instalar os sensores, mas não dá para simplesmente tirar o original, você precisa instalar os dois, para isso existem adaptadores. Normalmente se retira o original e se coloca um “T” para 2 sensores.

No caso do meu CJ5/B12 tive que desligar o marcador de temperatura original do Jeep, mas a Pressão do óleo deu tudo certo.

A curiosidade, para não furar o painel do Jeep eu fixei os instrumentos usando imãs, assim se quiser voltar ao original é só esconder os instrumentos do lado de dentro do painel.

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Trocando a mangueira do tanque de combustível e consertando um defeito no assoalho

Aproveitei que estou de férias do trabalho para fazer uma manutenção na Saverado. Além do vazamento de óleo no sensor de pressão que foi uma moleza trocar, nem vale um post só para isso (solte o conector e usando uma chave combinada solte o sensor velho e coloque o novo), resolvi consertar o vazamento de gasolina quando se enche o tanque, coloquei a Saveiro na rampa, olhei embaixo e….

Marcas de vazamentos….

Anotei o número da peça e fiz como antigamente, fui até a concessionária VW comprar, mas para não perder a viagem, olhei antes no site peças on line para saber se tinha no estoque.

Já comprei o sensor de pressão e o tampão do assoalho que estava com problemas também.

Trocar esta mangueira não tem segredo, basta prestar atenção para a parte chata da mangueira ficar na posição correta com a longarina da caçamba, mas sugiro usar o alicate correto para estas abraçadeiras, eu consegui usando o Alicate Universal, mas deu muito trabalho. Outro detalhe é ter pouco combustível no tanque, ou drenar soltando o Quick conector do filtro de combustível e depois é só ligar a bomba de combustível (usei o galão do jeep para armazenar).

Quando olhei o assoalho por baixo, vi que um dos tampões estavam fora do lugar e com ferrugem em volta, então troquei também.

Pelo jeito alguém já havia mexido, mas não deu muito certo. Eu desmontei a Saverado por dentro, cortei a manta asfáltica, tirei o tampão velho que estava deformado, passei um convertedor de ferrugem dos dois lados do assoalho.

Testei se o tampão ainda caberia. Depois passei “bate pedra” e colei um pedaço de manta asfáltica por cima.

Então foi só montar o interior novamente e pronto.

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Isso é experiência!!!

Eu estava conversando ao telefone com meu amigo e Mestre Valter Silva, falando dos meus planos na Garagem 150 para minhas férias e comentei que precisava levantar a Saverado pois achava que tinha algum vazamento de óleo. Então ele disse: ” Verifique antes o sensor de óleo atrás do cabeçote, o sensor sempre vaza entre a junção do plástico e o metal no Ap G3″

Hoje tive um tempo e fui dar uma olhada. Valtão, você é f@&$#$@&& mesmo!!!! Acertou outra vez!!!!

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