Restauração do Verdinho post 4

Mais algumas fotos do trabalho que o Felipe (Bravus Funilaria) está fazendo em meu Voyage LS 1982 totalmente original.

Abaixo após aplicação do Primer Epoxi

E abaixo após o Primer PU. Próximo passo a preparação para a pintura.

E abaixo a importância de você levar seu Placa Preta para a oficina correta que além de fazer um excelente trabalho, está atualizada com as leis do Detran/Contran. Se retirar o lacre, atualmente te obrigam a colocar a placa do Mercosul no lugar da placa preta.

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Trocando novamente o fundo painel do Voyage 83

A mais ou menos 10 anos mudei o fundo do painel do meu Voyagessauro colando um kit de adesivos que se vendia na época. Na verdade tenho 2 painéis de instrumentos e colei kits de marcas diferentes, um deles continua perfeito até hoje, mas o que estava instalado no Voyagessauro fez bolhas.

E o Painel de “backup” que continua guardado com adesivos e ainda não deram problemas ao longo destes anos. obs: Comparando as quilometragens vi que andei 400 km em 10 anos (talvez 12 anos, não tenho certeza quando troquei o painel).

Então procurei o fabricante dos adesivos do painel acima que não deu problema, para comprar um kit novo. Porém atualmente eles fabricam um kit com o fundo em acrílico e impressão muito próximo do original.

Para instalar, basta soltar estes parafusos e trocar o fundo. Obviamente com cuidado para não quebrar os ponteiros ao retirar. O kit vem com uma tinta para pintar os ponteiros e uma fita de Led que eu não usei no meu Voyagessauro (usei no meu S/Rat mostrarei em outro post).

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Boa surpresa ao Limpar o carburador

No último final de semana foi a vez de ligar todos os Hotwheels da Garagem 150, faço isso mais ou menos a cada 20 dias. Mas como é costume em carros antigos, sempre surge algum probleminha, desta vez o S/R Mc Queen não tinha marcha-lenta.

Tentei limpar com um descarbonizante sem desmontar o carburador, mas não deu certo, então tive que romper os lacres originais da Brosol (eu comprei este carburador Novo em 2015).

Carburador sujo

Mas a grande surpresa foi verificar que não tem nenhuma corrosão, mesmo após 5 anos e meu S/R ficou parado todos estes anos com a cuba cheia de álcool (só andei 300 km desde 2014). Foi uma boa surpresa pois lembro que na década de 80 meu Pai chegou a trocar o carburador do Voyagessauro (ainda era original 1.6) devido a corrosão, e ele tinha pouco mais de 5 anos de uso. Isso significa que o material/processos dos carburadores melhoraram e o combustível melhorou também.

5 anos e sem nenhuma corrosão

Na prática eram apenas um pouco de sujeira….agora, como isso chegou até a cuba do carburador passando por filtro e a telinha de entrada, realmente não sei?

Sujeira que estava na cuba do carburador

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Como eu fiz o acabamento traseiro dos bancos Recaro em fibra de carbono.

Mesmo com um rolo inteiro do tecido para restaurar as laterais e o acabamento da parte traseira dos bancos Recaro, ainda não fiz a reforma dos bancos do meu Monza S/R 86. Então resolvi fazer uma experiência e fiz um acabamento usando fibra de carbono.

Usei a mesma técnica da tampa do painel da minha Chevy.

E o resultado final.

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Quando devo trocar a água do radiador?

Vou compartilhar com vocês uma dica de algo que só descobri a alguns meses, testei e funciona bem…..

Não estou falando em situações óbvias onde você olha para o reservatório de água do radiador e não consegue nem ver onde está o nível de tão “sujo” que está o sistema, claro que neste caso você deve esgotar o sistema de arrefecimento, trocar a água (sem cloro) e o colocar o aditivo correto para o motor e na proporção correta para seu carro (como fazer isso já existem uns 3225 tutoriais na internet). Mas estou falando de carros bem cuidados onde o aditivo parece novo, mas você nem lembra quando trocou a água e o aditivo pela última vez. Será que o aditivo ainda está fazendo o papel dele? Para saber isso é mais simples do que você imagina, basta testar com um termo densímetro (Fica tranquilo que tem alguns muito baratos para comprar e funcionam). Eu comprei este por exemplo:

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Observe que enchi de água e o ponteiro (que de um lado indica a temperatura de ebulição e do outro temperatura de congelamento) não mudou de posição.

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Testei em meu Voyagessauro (é o hotwheels que está a mais tempo sem trocar a água) veja na foto acima, que agora está indicando que a ebulição (teoricamente) aconteceria a 126ºC, no outro lado o termo densímetro indica a temperatura de congelamento (obviamente que aqui onde moro no interior de SP não preciso me preocupar com isso).

Resumindo a dica: Quer saber se o aditivo ainda está Ok ou se está na proporção correta, compre um termo densímetro baratinho.

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Como eu adaptei um carburador 2E/3E na Chevy 500 1.6/S ano 1990

Esta adaptação é na verdade um upgrade bem simples e comum de ser feito na Chevy/Chevette, pois é algo que a própria GM/Chevrolet fez no finalzinho da vida deste motor 1.6/S. Então existem 2 possibilidades para se fazer este upgrade (para quem já não tem dos últimos Chevy/Chevette), comprar um coletor de admissão original e filtro de ar plástico original para o carburador 2E/3E (e gastar um bom dinheiro porque estas peças já são raras) ou fazer o que eu fiz, comprar uma flange para o coletor de admissão e adaptar o filtro de ar original de “lata”, no caso da minha Chevy 500 ano 1990 ele é original vermelho.

Flange de adaptação para carburador Brosol 2E ou 3E

E para adaptar o filtro de ar, usei uma micro retífica e uma lima para ajustar, conforme as fotos abaixo.

Ajustando o filtro de ar antigo ao novo carburador

E para fixar o filtro de ar ao carburador usei o anel trava do Volkswagen Santana com carburador 3 E com as porcas e pronto.

E depois de pronto.

Carburador Brosol 3E usando filtro de ar de lata na Chevy 500 ano 1990

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Como trocar a junta da tampa de válvulas

Esse é um trabalho bem fácil, porém existem algumas dicas práticas que podem ser úteis. O principal problema é a qualidade das juntas, ou melhor, a falta de qualidade delas no mercado de reposição, mesmo que você queira pagar pela qualidade original, simplesmente não existem mais, afinal são poucas pessoas que tem carros “velhos” por hobby e pagariam mais por isso. E infelizmente vazar óleo pela tampa de válvulas parece ser uma “característica” dos meus 2 Monza S/R, chega a ser hilário que o meu S/R (original) eu troque a junta todo ano quando vou trocar o óleo e filtro dele, isso que ele rodou apenas 300 quilômetros indo em exposições (nos últimos 7 anos), o outro S/R já perdi a conta de quantas juntas troquei em 20.000 quilômetros e 3 anos.

Atualmente existem basicamente 2 opções de juntas para a tampa de válvulas, as de cortiça que se usava antigamente (as originais dos anos 80 eram de cortiça) e as juntas de “borracha” parecidas com as dos motores atuais, particularmente prefiro comprar a de borracha da melhor qualidade possível, o problema destas últimas é que o fabricante nunca forneceu para a linha de montagem original e muitas vezes o catálogo de aplicação está todo errado (no caso do Monza, tem muitos fabricantes achando que todo motor família II usa a mesma junta, e na verdade existem “N” tipos de tampa de válvulas do primeiro Monza até o ultimo Astra/Vectra).

Mas vamos ao tutorial e as dicas:

O primeiro passo óbvio é desmontar tudo e retirar a tampa de válvulas.

O segundo passo com muito cuidado e usando um estilete, retire os pedaços da junta velha.

Neste caso, também troquei a junta da bomba de combustível que também estava vazando óleo.

O terceiro passo é lavar a tampa de válvulas usando algum tipo de desengraxante para eliminar os resíduos de óleo e sujeira que possa atrapalhar a vedação da junta nova.

Tudo limpo e algumas peças novas.

O quarto passo é montar tudo de volta, mas para “garantir” a vedação passe uma camada (de cada lado da junta) alguma cola de silicone para juntas.

O quinto passo e último passo é parafusar a tampa, alguns kits de junta tem uma arruela que “limita” quanto você deve apertar (kit ideal), mas caso não seja o seu caso, aperte o suficiente para não soltar os parafusos com a vibração do motor sem esmagar a junta nova obviamente. Também respeite o tempo de secagem da cola de silicone antes de ligar o motor novamente.

 

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