Restauração do Verdinho post 7

Mais um item para a restauração do Verdinho. Hoje finalmente consegui ter todo o material necessário para refazer os bancos no modelo original do Voyage LS 1982. A algum tempo eu encontrei e comprei o tecido preto liso das laterais e o material (napa,courvin,sei lá o nome) preto que imita couro e vai na parte de trás dos bancos dianteiros, mas este final de semana consegui comprar online uma réplica do tecido do centro dos bancos (o nome é veludo cotele) e hoje chegou, junto com o filete plástico preto que vai entre o tecido preto liso e o material que imita couro.

Pode parecer algo comum e trivial, fazer a tapeçaria de um carro antigo, mas neste caso, voltar aos tecidos originais será uma grande melhoria, pois na vistoria para a placa de coleção a uns 3 anos, o tecido dos bancos foi o único item que o Verdinho perdeu pontos. Ou seja…. após a montagem ele será 100% original. Bom, o próximo passo será escolher um profissional para fazer o serviço de tapeçaria.

E a funilaria continua… confesso que mais demorado do que eu imaginava, mas o importante é ficar perfeito e original, agora está na fase de preparação para a pintura.

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Como consertar um ratlook?

Agora que não uso mais meu S/Rat diariamente (Monza S/R 1986), comecei a tentar resolver alguns problemas graves (por isso deixei de usar e ele parou de me deixar na mão, mas isso será assunto de outro post) e outros defeitos mais tranquilos, consertos sem pressa já que a alguns meses ele está guardado na Garagem 150. O assunto do post de hoje é um problema irritante, era um “nhec-nhec” na tampa traseira, a causa é que a ferrugem “abriu” um buraco bem maior que o local onde vai uma das borrachas que ajustam a tampa e mantém ela fixa sem ficar chacoalhando e fazendo barulho.

Estas marcas escuras são de “ferrox” e etc

A maneira correta de consertar é bastante óbvia, uma tampa nova!!! Embora seja raríssima hoje em dia (como ouvi uma vez: “mosca branca de olhos azuis usando all star vermelho”). Mas acredite: eu já tenho 1 tampa 0km original GM para substituir esta tampa podre do S/Rat comprada a muitos anos (Na verdade tenho guardado todas as latas novas para deixar o S/Rat restaurado).

Ignore as peças de Fusca, admire a tampa e dentro do saco tem uma traseira original de Monza hatch

Mas no momento estou curtindo muito este estilo de deixar as marcas de uso e desgaste do tempo, sem contar que tenho outros 3 carros na fila da restauração antes de chegar a vez dele.

Mas então como consertar deixando estas marcas? Uma possibilidade seria tentar soldar um remendo, furar e colocar a borracha/batente. Mas soldar e esmerilhar tão perto do vidro traseiro? Este não tenho outro novo. A possiblidade de esquentar demais na hora da solda e danificar o vidro seria muito grande devido a minha falta de habilidade com a Mini-MIG. Então descartei esta opção e fiz uma “gambiarra” no melhor estilo RAT!!!!

Fiz um suporte com uma chapinha de inox reciclada de uma luminária de jardim quebrada.

Cortei usando uma tesoura para chapas, dobrei usando a morsa e um martelo de plástico, e furei na medida da borracha.

E para não soldar furei o suporte e parafusei na tampa traseira. Tem como ser mais Rat look que isso?

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Consertando alguns problemas elétricos e outros detalhes no Sgto Predador

Desde quando comprei meu Jeep, notei que ele tinha alguns problemas elétricos e que o ideal seria trocar o chicote completo, pois os fios estão ressecados. Porém vou deixar para fazer isso quando for restaurar toda funilaria e pintura, então fiz algumas ligações paralelas, sei que é uma “gambiarra”, mas como não sou profissional….é aceitável. Porém depois de 5 anos de uso e uns 4.000km depois, o fusível 3 estava queimando após alguns segundos de seta ligada a esquerda. A buzina também não funcionava e utiliza o mesmo fusível. Então comecei estudando o esquema elétrico do manual da Bernardini.

E na prática seguindo o fio correto indicado no manual, descobri que o problema era um curto em um fio que ficou raspando na carroceria. E na Buzina o problema estava na chave de seta…Apenas para garantir troquei o relé e coloquei fusíveis novos também.

Ainda na parte elétrica, ultimamente a partida estava cada vez mais difícil, a bateria já estava bem velha (embora ainda com carga e acionando a partida). Após algumas medições na bobina de ignição, vi que não tinha tensão durante a partida, tinha tensão com o KL15 acionado e obviamente depois com o motor ligado, ou seja somente quando soltava a chave após acionar o motor de partida (desde a compra notei esta característica, mas como o motor acabava ligando, achava que estava correto). Desmontei o contato de ignição do painel e notei que havia 1 fio ligado na posição “ACC”, (este CJ5 foi fabricado pela Ford e usa o comando dos carros Ford dos anos 70) mas o jeep não têm radio FM!!! Então percebi na hora onde estava o problema, apenas mudei o fio para a posição correta “IGN” e o Jeep passou a ligar o motor fácil como qualquer outro carro, também aproveitei a revisão e coloquei uma bateria nova, pois a anterior já tinha 5 anos (era uma bateria não selada, possível repor o líquido e que ficava sempre com um carregador ligado nela por isso da alta durabilidade).

Na parte mecânica, regulei o ponto de ignição e o carburador.

Também instalei cintos de segurança novos, os antigos estavam travando a regulagem, provavelmente por acúmulo de poeira/terra.

Outras manutenções simples, foram a troca do reservatório do fluido de freio que estava rachado e recolocar 2 porcas que caíram do primário do escapamento.

Aos poucos o Sargento Predador vai ficando cada vez melhor….

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Frisos laterais novos para o S/R Mc Queen

Se você costuma ler meu blog e acompanha as restaurações ou reformas dos meus Hotwheels, deve estar se perguntando: Mas esse Monza S/R vermelho 1987, já não está pronto a uns 6 ou 7 anos?

Frisos originais novos garimpados na internet nos últimos 5 anos, juntando peça por peça até formar 1 jogo completo.

Sinto informar, mas tudo sempre pode ser melhorado… E cada detalhe que você conseguir melhorar na sua restauração vale muito a pena, não apenas pelo valor de mercado do veículo de coleção, mas principalmente pela satisfação de deixar o carro cada vez mais novo e original. No caso dos frisos, quando restaurei este S/R montei as melhores partes de 2 jogos de frisos originais (eram do S/R vermelho mesmo e o outro do Prata), na época foi a melhor e única opção que eu tive. Simplesmente não existem mais estes frisos originais para se comprar na concessionária.

Então passei os últimos 5 ou 6 anos “garimpando” partes originais e novas, e agora finalmente consegui formar 1 jogo completo. A ironia é que nesta busca encontrei até uma transmissão 0 Km de Monza S/R 1987 para comprar…. obviamente comprei, né? Mas é assunto para outro post e depois que for instalada.

Pode até parecer loucura ou como dizem sobre os antigomobilistas …. é literalmente coisa de “Zé Frizinho”. Mas é nos pequenos detalhes que dá para ver a diferença.

Qual é original novo e qual eu restaurei com adesivo vermelho e plaqueta paralela?

Pois é…. obviamente a de cima é original Nova, a cor é mais escura e o acabamento melhor.

Mas e os frisos usados que estavam no S/R vermelho?

Já retirei os adesivos, comprei plaquetas do Monza S/R novas, porém paralelas e as linhas vermelhas serão pintadas da cor original pela Bravus funilaria. Agora sim, melhor restaurados e que futuramente posso usar no S/R prata…. Mas só no futuro, atualmente ele ainda é o S/Rat!!!

Então refiz as linhas vermelhas com adesivo no pior jogo de frisos e montei no S/Rat… Como dizem “de perto ficou ruim, mas de longe parece que está perto”. Mas na foto….

S/Rat o meu Monza S/R modificado
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Restauração do Verdinho post 6

Apenas para matar a saudade e ver como está o “Verdinho”, meu Voyage 1.5 1982 todo original, embora toda pintura já tenha sido removida e no momento ele está cinza. A funilaria está pronta e está todo liso e sem ferrugem, a próxima fase é da preparação para a pintura. Trabalhoso e demorado, mas as restaurações são assim….

Saudades de andar em meu Voyage 1.5 4 marchas, gasolina, carburador simples e platinado.
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Mais consertos no S/Rat (Monza S/R 1986)

Continuei investigando qual poderia ser o problema das falhas em cargas altas e rotação baixa (andando a 60km/h) e outros problemas que a adaptação do ar condicionado está causando. Talvez você ache chato e técnico demais este post, mas foi o que andei fazendo nas minhas horas de diversão na Garagem 150.

Vou escrever primeiro o que deu certo…. talvez por acaso…mas funcionou!!!! Comecei desmontando novamente o carburador, verifiquei se estava tudo correto conforme seria a regulagem original de um 1.8 com 2E, na montagem regulei a mistura ar/combustível e rotação novamente. Também troquei a bobina “nova” por outra (do meu outro S/R o 1987) do mesmo modelo a famosa 067 da Bosch.

Verificando na tabela da Brosol
Regulando o Kicker também

Desmontei também o distribuidor de ignição (cheguei a instalar um distribuidor do motor 2.0 para testar, mas voltei o original) lubrifiquei o eixo e acertei o ponto de ignição conforme o manual do Monza 1.8.

Não tenho explicação plausível, mas parou de falhar em cargas altas e rotação abaixo de 2000 rpm, tenho apenas teorias imaginando que o distribuidor poderia estar com o avanço centrífugo “enroscando”, mas não tenho como saber…. até acontecer novamente e desmontar o distribuidor para ver se está travado. Por outro lado pode ser apenas “trauma”, por isso ter acontecido no meu outro S/R o ano passado.

Outro problema que tento resolver desde que adaptei o ar condicionado, é fazer o motor não apagar quando ligo o ar condicionado em marcha-lenta ou quando o ventilador do radiador liga (automaticamente) e o motor apaga sempre em marcha-lenta. Se estou andando ou se percebo que vai morrer é só dar uma acelerada…. Mas não deveria ser assim….

Apesar da elétrica do ar condicionado ter sido feito por um ótimo profissional, eu desmontei para verificar e instalar um relé na válvula adicionadora de ar (aciona o Kicker do carburador)

Inicialmente comprei uma bateria nova, mas não resolveu, então achei que este problema do motor apagar poderia estar relacionado a alta carga no alternador, no momento que aciona o compressor do ar e a velocidade 1 do ventilador do radiador ao mesmo tempo, e apesar da pouca perda de tensão no cabo original do positivo da bateria ao alternador (medi apenas 8 mili ohm) instalei um cabo paralelo para “garantir” a maior tensão possível na bateria. Nestes dias extremamente quentes (temperatura ambiente a quase 40°C) o S/Rat começa a falhar em congestionamentos, a temperatura da água do motor chega a quase 100°C ,mesmo com a velocidade 2 funcionando, mesmo desligando o ar condicionado a temperatura não abaixa. Também medi que a diferença entre a velocidade 1 e 2 do radiador é de apenas 1 volt. Também refiz as ligações elétricas. Mas ainda não consegui uma solução para isso também…. A não ser evitar congestionamentos….

Refazendo algumas ligações do chicote original. Não quer usar fio vermelho? Marque o fio positivo com uma fita!!!

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Os últimos consertos no S/Rat.

Nas últimas semanas andei usando meu tempo na Garagem 150 para resolver alguns problemas em meu Monza S/R 86. O primeiro conserto na verdade não fui que fiz, levei para meu mestre Valtão, afinal tinha um parafuso quebrado no suporte do ar condicionado que só saiu com a habilidade de um profissional. Depois disso o Valtão trocou a mangueira do ar condicionado que havia quebrado e deu carga no ar condicionado.

Nunca compre um kit universal de ar condicionado, ainda mais este kit vagabundo que eu comprei
Pelo menos o suporte que eu fiz não quebrou (o original do kit já havia quebrado antes)

Outro conserto foi o cabo do velocímetro (mesmo usando um velocímetro por GPS), mas precisa do cabo para a quilometragem.

O segredo para uma fácil instalação é observar a posição da borracha de vedação na parede corta-fogo (dash) para passar o cabo, mas ligar primeiro nos instrumentos do painel e só depois na transmissão. Outra dica é passar o cabo o mais reto possível, no caso dos meus “S/R” instalo o cabo do Monza automático que é um pouco maior que o do manual e facilita o encaixe na transmissão.

Outro problema recorrente é que o S/Rat só ligava quando queria… Mas como ele é uma máquina e preciso arrumar um motivo… Desconfiei que o fio que não tive como ligar na troca do motor de partida (porque o motor de partida instalado, modelo do Vectra, tem um Borne a menos), mais a instalação do ar condicionado, mais uma bateria que já tem mais de 2 anos….seria o motivo.

O fio que ficou desligado, faz uma ligação “direta” entre a bateria e o Borne 15 da bobina, eliminando temporariamente o fio pré-resistivo, com isso a tensão no primário da bobina é maior e obviamente no secundário também facilitando a queima do álcool e a partida. E como eu resolvi?

Instalei um relé auxiliar para a partida. Muito mais barato do que mandar recondicionar o motor de partida velho só por causa de um Borne faltando.

Mas diferente dos programas de TV e canais de YouTube, na Garagem 150 nem tudo dá sempre certo…. O S/Rat as vezes falha em rotação baixa e carga alta…. então troquei já todos os componentes da ignição…o último foi a bobina e novamente a tampa do distribuidor, também limpei o carburador…

Regulei a marcha lenta com ar ligado e desligado após a limpeza, mas a falha continua aparecendo…a solução é não andar em baixa rotação (abaixo de 2000 rpm) com ar ligado.

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Como eu customizei o painel do meu Monza S/Rat 1986

Antes que você comece a ficar desesperado por eu customizar um carro raro como o Monza S/R, lembre-se que este S/R 1986 foi doador de peças e acabamentos originais durante a restauração do meu S/R 1987 original, então ele já não tinha mais como continuar original. Como os instrumentos estavam bastante desbotados, optei em dar uma renovada no visual.

Painel original desbotado pelo sol

Inicialmente coloquei o fundo do velocímetro e do tacômetro do Kadett GS, mas atenção, Use apenas o fundo acrílico do Kadett, o velocímetro precisa ser o original, pois o fator das engrenagens são diferentes e colocar o velocímetro do Kadett no Monza vai marcar a velocidade errada.

Os instrumentos do meio deixei os originais do Monza S/R

Para melhorar a visualização (porque os ponteiros já estavam desbotados) pintei os ponteiros com uma tinta específica para isso (vieram em um kit que comprei para o painel do Voyagessauro),

Também troquei as lâmpadas de iluminação do fundo por LED.

Ponteiros pintados de vermelho e led iluminando.

Mas montei também um painel novo de backup usando peças originais que fui “garimpando” ao longo do tempo….melhor se prevenir, estas peças já estão bem raras.

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Restauração do Verdinho post 5

Recebi hoje este vídeo da Bravus, a fase agora é do “Controle de Lixamento” continuando a fase de preparação para a pintura.

Controle de Lixamento
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Consertando alguns defeitos que surgiram após a restauração de 2014 – Monza S/R 1987

Mesmo não andando nem 300 quilômetros nos últimos 6 anos, participando de alguns eventos ou dando umas voltas pelo bairro, alguns pequenos problemas sempre voltam a aparecer ou surgem novos. Vazamento de óleo, causado por juntas de baixa qualidade nem considero mais como defeito… Então, “estacionei” meu carrinho de ferramentas ao lado do S/R MC Queen e comecei a desmontar tudo sem preguiça, até encontrar o problema e tentar resolver definitivamente.

O maior problema aparente: O vidro da porta da “passageira” não estava abrindo, as últimas vezes que isso aconteceu troquei o botão e resolveu!!! Mas desta vez não era esse o problema, então tive que desmontar algumas partes até descobrir o culpado.

Testei todo circuito e o problema estava no motor elétrico, que apesar dos 33 anos ainda era original GM fornecido pela empresa “M. Carto” (mesma marca das lanternas originais). É claro que não existem mais novos, encontrei e comprei um kit completo de reposição, que usa um motor da marca “Mabuchi” (que na minha infância era sinônimo de motor de autorama, só fui correr com slotcars de verdade, numa pista “blue King” e aprender sobre o assunto depois de adulto). Comprei também um kit de adaptadores para usar o motor modelo “Novo”, no mecanismo original. Veja os detalhes na galeria abaixo.

E como trocar o Vidro elétrico do Monza?

Por incrível que pareça, é bem fácil!!!

Primeiro passo: Desmonte a máquina da porta soltando os parafusos e o “guia” plástico que vai encaixado no suporte que prende o vidro na porta. Quando tirar a máquina trave para o vidro não cair “rápido” e correr o risco de quebrar.

Segundo passo: Você vai precisar decidir, se trocará apenas o motor ou o conjunto completo com os cabos de aço.

Opção 1 – Como trocar apenas o motor usando o kit de adaptação.

Terceiro Passo: Desmonte o motor original do mecanismo de metal, coloque o pino adaptador e a placa plástica no motor novo conforme a foto, use os prisioneiros originais do mecanismo para fixar, porém terá que cortar um pouco o prisioneiro. Caso seja esta sua opção, não será mais possível montar novamente um motor original, como eu acredito em milagres…..guardei meu mecanismo original e montei conforme a opção 2 abaixo.

Opção 2 – Trocar o conjunto completo (cabos, ferragens, motor).

Outro problema que apareceu foi mal contato no rádio e no relógio/cronômetro digital, mas os problemas eram nos conectores com o chicote original do S/R que soltaram com a vibração, nada que um reaperto nos terminais não resolvesse.

Mais um detalhe corrigido (que estava funcionando, mas errei ao restaurar em 2014 o painel), comprei e montei o voltímetro do Monza S/R ano 88 e este S/R é 1987, alguns detalhes da impressão são diferentes no 86 e 87, veja nas fotos abaixo.

Ainda na parte elétrica, a luz do para-sol (moldura do espelho) não estava acendendo, o problema era em um fio interrompido, troquei e pronto, é claro que desmontei dos meus 2 S/R e usei as melhores partes para montar no S/R original.

Agora este detalhe deu bem mais trabalho, a luz que indica no painel que o freio de mão está acionado, não estava acendendo. Eu já havia testado o painel e colocado lâmpadas novas, então o problema estava no sensor que vai instalado no freio de mão ou no chicote elétrico. Na dúvida comprei (pela internet) um sensor novo, mas para isso é preciso tirar o banco do motorista, o console, os cintos de segurança e soleira da porta para finalmente levantar o carpete e desmontar o freio de mão e trocar o sensor.

Acabei descobrindo que o fio não estava ligado no sensor, soltei o chicote que vai até o painel e encontrei 1 fio com conector que não estava ligado a nada…testei e era o fio original !!!! foi só ligar no sensor novo e montar tudo de volta.

Como estava tudo desmontado aproveitei para limpar e trocar a forração entre o assoalho e o carpete.

Como o banco do motorista estava fora aproveitei e resolvi uma folga no trilho, um dos parafusos Allen do Recaro não estava dando aperto, apenas troquei por um parafuso novo.

Curiosidade: Veja nas fotos abaixo como se regula a altura dos bancos Recaro do Monza S/R. Existem 3 posições dianteiras e 3 traseiras na base que fixa o banco ao assoalho, você pode mudar a posição destes parafusos e escolher a altura antes de colocar o banco de volta no Monza.

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