Os números de 2012 e Feliz 2013!!!!

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 9.500 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 16 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo

Obrigado a todos que me apoiam e me ajudam na garagem15o, tanto aqui no blog, no facebook e também na garagem150 desmontando e montando meus hotwheels.

Abraços

Marcelo (San)

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Como trocar o coxim do rolamento do eixo cardan do Chevette

Minha Chevy 500 tem quebrado o coxim do rolameto do eixo cardan constantemente, conversando com um amigo que também tem seus Hot Wheels customizados (seu projeto atual é  um Chevette V8 – DIY) comentei que já havia pago 4 vezes para uma oficina trocar o coxim nos últimos 2 anos, quando ele disse: “Você está pagando mecânico com oficina em casa? Nós estudamos Mecânica Geral no SENAI!!!”. Então este post é pra honrar um diploma de quase 25 anos e tentar descobrir qual o problema da Chevy.

Coxim do rolamento do prolongamento do eixo cardan

Coxim do rolamento do prolongamento do eixo cardan

O ideal seria usar um elevador, mas é possível fazer a troca usando cavaletes e um macaco jacaré. O primeiro passo é lavar o carro por baixo para não misturar terra com o óleo do cardan, etc.

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No segundo passo use o macaco jacaré para apoiar o eixo cardan, senão ele ficará inclinado e vazando óleo do diferencial, além de cair quando você soltar os parafusos que prendem o suporte dos coxins.

Suporte do coxim

Suporte do coxim

O terceiro passo é soltar os parafusos que prendem o suporte na carroceria e também os 4 parafusos que prendem o eixo cardan a cruzeta, solte também os 2 parafusos do coxim “triangular” dentro do suporte.

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O quarto passo é soltar a porca do eixo e com uma ferramenta de sacar rolamentos para poder montar o coxim novo no eixo.

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Note na foto do meio como a peça está “apertada” até o fim do entalhado e muito próximo do rolamento, desta forma o coxim fica “preso” ao eixo e virando junto, o que acaba desgastando a lateral do coxim e após alguns meses o eixo começa a bater no suporte. Veja abaixo o coxim desgastado.

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O quinto passo é começar a montar, lembre-se de não apertar demais a porca do eixo deixando o rolamento livre e o coxim também.

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Para montar no carro eu conectei o cardan, parafusei a cruzata e o coxim triangular e depois com ajuda do macaco jacaré posicionei o suporte e parafusei na carroceria. Não esqueça de montar a mola do cabo do freio de mão no suporte e completar o óleo do diferencial.

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Um presente para o Fusca

Na última semana o Fusca ganhou um presente original e interessante, meu cunhado Valter trouxe de presente um cinzeiro que foi do seu primeiro carro, uma Brasília, a idéia dele era que eu usasse como reserva para o Voyage, mas vou usá-lo na restauração do Fusca.

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Um Miata na garagem 150

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Na última sexta-feira tive a oportunidade de mexer um pouco em um clássico que ainda nem ficou antigo. Ajudei um amigo a trocar o radiador de seu Mazda Miata / MX5 ano 94.

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Além de ser um modelo clássico no mundo todo, foram vendidos poucos no Brasil, este das fotos tem baixa quilometragem e 100% original, eu particularmente deixaria este Miata na garagem e com capa, mas meu amigo gosta de acelerar em track days, veja mais em seu blog :http://licoesdeummiata.blogspot.com.br/

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Camisetas da garagem 150

Em breve maiores detalhes de uma grande parceria, mas posso adiantar que inicialmente são 8 modelos. As camisetas da “série-piloto” foram feitas a algumas semanas para “testes” das imagens e na foto abaixo já são as primeiras feitas “em série”….

Camisetas Garagem 150

Camisetas Garagem 150

Assim como sou chato e exigente nos detalhes dos meus carros, também sou com as camisetas que uso. Então fiz uma parceria para produzir camisetas com estampas escolhidas por mim de excelente qualidade e preço justo. Aguarde os detalhes em breve….

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Bancos Recaro: Como identificar as diferenças entre VW e GM da década de 80?

Este post foi motivado por uma conversa no http://forum.monzeiros.com sobre a restauração do S/R do Magnolo.

A primeira e mais óbvia diferença são os desenhos/padronagem dos tecidos e o encosto de cabeça que são vazados ou não dependendo do carro, mas como estes tecidos são relativamente raros, muitas vezes para reposição acabam acontecendo muitas misturas e perdemos as referências originais. Afinal estamos falando de esportivos nacionais fabricados em poucas quantidades e a mais de 20 anos. Abaixo os bancos de Gol GTi com tecido Laguna azul, montados em meu Voyage.

Recaro Gol GTi

Recaro Gol GTi

Recaro Monza S/R

Recaro Monza S/R

Bancos originais do meu Monza S/R 87 (mas são iguais ao 86).

Recaro Monza S/R

Recaro Monza S/R

A segunda diferença é a base dos bancos. Ao contrário dos bancos comuns, a base do Recaro é parafusada no assento (possibilitando a troca entre VW e Chevrolet). Enquanto os Recaro-VW tem na base a regulagem de altura e 3 pontos de apoio no assoalho, os Recaro-Chevrolet tem 4 pontos de apoio no assoalho e não possuem regulagem de altura no Monza S/R, (apenas nos originais do Kadett GS/GSi).

Base Recaro-VW

Base Recaro-VW

Base Recaro-GM

Base Recaro-GM

Base Recaro-VW tem regulagem de altura

Base Recaro-VW tem regulagem de altura

Abaixo a diferença entre os tecidos das laterais dos bancos, o da direita é do S/R até 87. Na esquerda o usado no GTi, para os VW existem réplicas atualmente.

Tecido da esquerda padrão Gol GTi. Na direita o padrão do Monza S/R até 87

Tecido da esquerda padrão Gol GTi. Na direita o padrão do Monza S/R até 87

Tecido Laguna vermelho do Gol GTi

Tecido Laguna vermelho do Gol GTi

Comprei alguns metros destes tecidos (encontrei pelo Mercado Livre) para poder restaurar os Recaro de meus Hot Wheels.

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Dica do dia : Pintura queimada pelo sol

Morar no Brasil e ter sol o ano inteiro é sensacional….exceto para os carros que não tem garagem coberta. Este Palio 2007 é do Vitor desde 0km, mas passou 90% do tempo no sol e mesmo sendo bem cuidado (manutenção mecânica e elétrica) nunca havia sido polido.

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Fiz um teste e apesar de não ter ficado perfeito, melhorou bastante o aspecto do teto. Ainda ficaram manchas brancas, mas já combinei com o Vitor, vamos tentar com a politriz em breve. Se a tinta acabar vamos comprar adesivo e tentar um faça você mesmo. Aguarde!!!!

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Usei massa de polir número 2 e depois um dos polidores da Meguiars, porém não usei politriz, para não correr o risco de tirar toda a tinta.

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Placa preta 2017 – parte 4

Esta semana finalmente resolvi terminar de desmontar os canos de freio. Como eu já estava “rastejando” embaixo do carro (ainda não tenho um elevador na garagem 150 e o S/R está sob cavaletes)aproveitei para retocar a pintura do assoalho.

Desmontando as linhas de freio

Quase todos os carros possuem 6 canos/tubos que levam o fluido de freio do reservatório para as rodas, 2 canos que passam embaixo do carro até próximo do eixo traseiro, que são ligados nos flexíveis. Outros 2 canos ligam os flexíveis traseiros nas rodas e os últimos 2 ligam do cilindro mestre aos flexíveis das rodas dianteiras.

Alguns canos do freio do meu Monza S/R quebraram quando desmontei o cilindro mestre, e como o carro está desmontado a 6 anos (sem fluido), acho mais seguro trocar tudo do sistema. A grande dificuldade é conseguir os canos mais compridos (os 2 mais longos que são ligados nos flexíveis das rodas traseiras). O dilema é que pesquisando descobri que no mercado de reposição só existem os canos da Kombi para serem dobrados/cortados e o pior (na minha opinião) emendados para ficarem nas medidas originais do Monza. Por outro lado comprar canos usados em um ferro-velho talvez seja mais arriscado……bom ainda não decidi.

Também comecei a verificar a parte elétrica, comprei uma bateria nova e fui testando as luzes, travas, vidros elétricos, etc….

E não fui surpreendido, o que não funcionava antes de desmontar o carro continua não funcionando após a montagem. Algumas ligações elétricas e chicotes “sumiram” após a funilaria então refiz e instalei as buzinas e os faróis de neblina. Mas também não funcionaram….

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Mas o pior foi o “autorádio”, instalei um Bosch Rio de Janeiro (um dos meus sonhos de consumo quando adolescente), não é original do S/R 87, mas foi um acessório “de época” então não terei problemas com a vistoria para placa preta. Assim que instalei a bateria, liguei o rádio….mas a antena elétrica não subiu, mas minha maior decepção foi o botão da sintonia sair na minha mão. O importante é que ainda tenho pelo menos 4 anos pra fazer tudo funcionar como novo.

Bosch Rio de Janeiro – o botão pulou fora, mas vou consertar.

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Dica do dia – Como ler a diagnose de carros novos

O blog é sobre carros antigos, mas como o assunto no post abaixo foi sobre defeitos em nossos carros antigos e comentei sobre “scantools”, vou escrever um pouco sobre “como saber qual o defeito de um carro atual”. Provavelmente você tenha além de carros antigos, algum carro da última década para andar no dia-a-dia, um 1.0 econômico para ir ao trabalho, o carro da esposa, ou quem sabe  um esportivo atual que será colecionável no futuro.

Enfim, com pouco inve$timento já é possível pelo menos “ler” a diagnose da injeção eletrônica, ABS/ASR, e saber onde está o defeito. Caso você tenha um mecânico de confiança para seu carro novo, pode parar de ler aqui…..mas se você leva seu carro novo em concessionária para as revisões ou em qualquer lugar, que tal chegar lá já sabendo qual o defeito e não pagar por serviços desnecessários?

Todo carro novo possui em algum lugar no painel ou no console, escondido atrás de alguma tampinha um conector padrão OBD (On Board Diagnose), após encontrar é só conectar um scantool, virar a chave sem dar a partida (posição que as luzes do painel ficam acesas)e ler a falha. Após anotar o defeito, você pode apagar a memória de falhas do carro usando o scantool e observar se o defeito volta a acontecer, ou levar direto para o mecânico sabendo qual é o defeito.

Scantool genérico

Acima apenas um exemplo de um scantool para ler a diagnose, existem scantools específicos para cada marca/ano de veículo também. outro scantool muito comum é o da foto abaixo, usando o bluetooth de um celular android  e um APP (não sei se existe para iphone) ou um notebook mesmo, é possível ler alguns sinais e as falhas.

Scantool usando bluetooth e smartphone android

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Como saber onde está o defeito?

Como os mecânicos de verdade sabem onde está o defeito em carros antigos? Nos novos qualquer mecânico de final de semana com um “scantool” genérico ou “smartphone” pode “ler” os defeitos, mas e os carros antigos?

Nas últimas vezes que usei minha Chevy 500, notei que o motor estava falhando em algumas situações, depois voltava ao normal. Até que um dia o motor começou a “morrer” quando era pra ficar em marcha-lenta. Como estava sem tempo para priorizar a Chevy, aumentei a rotação no carburador e continuei usando o carro, mas 1400 rpm de marcha-lenta pra um motor original de 76cv e ainda falhando quando frio, é demais….

Então passei todo meu tempo livre das últimas 2 semanas na oficina tentando resolver este problema, mas na hora já tive certeza: É o carburador!!!

Carburador Weber 460

Um problema que acontecia sempre era com os gicleurs da marcha-lenta que entupiam, mas desde que comecei a usar gasolina VPower da Shell isso nunca mais aconteceu. (Isso não é merchandising e o blog não é patrocinado pela Shell, mas se vc for da Shell e quiser patrocinar “me liga”:)

Bom, desmontei o carburador, limpei tudo, troquei algumas peças, etc, montei novamente no carro, regulei e ……continuou ruim!!! Nos dias seguintes repeti tudo, desmontei….bla,bla, bla….não encontrei problema nenhum, então montei de volta no carro.

Liguei novamente e o motor estava perfeito sem falhas…regulei o carburador, deixei a marcha-lenta perto de 1000 rpm, ajustei o “parafuso do ar”, tudo da mesma maneira, então pensei: Esse carburador é “for windows”!!!! “Travou” desliguei/ liguei resolveu!!!

Era bom demais pra ser verdade, não achei defeito, mas “consertei”. Então no final de semana resolvi lavar o motor para tentar descobrir onde está vazando óleo desta vez (carro antigo tem o péssimo hábito de vazar óleo na garagem, deve ser o equivalente aos cachorros nos postes, “marcando território”).Depois disso o motor não ligava mais, quase comprei outro carburador….até pesquisei preços. Mas antes de comprar fiz os famosos testes:  tem gasolina? (joguei WD40 no carburador e tentei ligar, não ligou!!!) tem ignição? (soltei um dos cabos de vela coloquei uma chave de fenda na ponta e deixei perto do bloco do motor, se tivesse  “pulado” alguma faísca teria ignição.

Descoberto o problema comecei a verificar o chicote elétrico, pois havia trocado alguns fios (acidentalmente dei um curto na parte elétrica na 1ª vez que desmontei o carburador e a isolação de um fio derreteu, sim…esqueci de desligar a bateria, pode rir!!!) continuando….O motor ligou depois disso. Após algumas horas de trabalho o chicote elétrico estava parecendo uma “macarronada”, porém com as tensões corretas, foi só aí que lembrei dos alarmes…..

Desliguei os alarmes do sistema de ignição, mas…..nada!!!! Pensei: Não é possível o módulo de ignição, bobina ou distribuidor estarem ruins, estas peças não quebram, são originais da Chevy!!!! Troquei a “caixinha” da ignição (o nome dela é TSZ) e…..nada!!!! Troquei a bobina já sem esperanças, pensando em pedir ajuda para meus amigos mecânicos de verdade (Valter ou Rubão) quando…..finalmente LIGOU!!!!!

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Não acreditava que esse tempo todo o problema estava no funcionamento intermitente da Bobina…e só fui descobrir isso quando a Bobina de ignição “pifou” de vez.

22 anos de uso e “já” parou de funcionar!!!!

Por isso que eu pergunto: Como os mecânicos de verdade sabem onde está o defeito?

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