Como eu fiz o acabamento traseiro dos bancos Recaro em fibra de carbono.

Mesmo com um rolo inteiro do tecido para restaurar as laterais e o acabamento da parte traseira dos bancos Recaro, ainda não fiz a reforma dos bancos do meu Monza S/R 86. Então resolvi fazer uma experiência e fiz um acabamento usando fibra de carbono.

Usei a mesma técnica da tampa do painel da minha Chevy.

E o resultado final.

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Quando devo trocar a água do radiador?

Vou compartilhar com vocês uma dica de algo que só descobri a alguns meses, testei e funciona bem…..

Não estou falando em situações óbvias onde você olha para o reservatório de água do radiador e não consegue nem ver onde está o nível de tão “sujo” que está o sistema, claro que neste caso você deve esgotar o sistema de arrefecimento, trocar a água (sem cloro) e o colocar o aditivo correto para o motor e na proporção correta para seu carro (como fazer isso já existem uns 3225 tutoriais na internet). Mas estou falando de carros bem cuidados onde o aditivo parece novo, mas você nem lembra quando trocou a água e o aditivo pela última vez. Será que o aditivo ainda está fazendo o papel dele? Para saber isso é mais simples do que você imagina, basta testar com um termo densímetro (Fica tranquilo que tem alguns muito baratos para comprar e funcionam). Eu comprei este por exemplo:

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Observe que enchi de água e o ponteiro (que de um lado indica a temperatura de ebulição e do outro temperatura de congelamento) não mudou de posição.

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Testei em meu Voyagessauro (é o hotwheels que está a mais tempo sem trocar a água) veja na foto acima, que agora está indicando que a ebulição (teoricamente) aconteceria a 126ºC, no outro lado o termo densímetro indica a temperatura de congelamento (obviamente que aqui onde moro no interior de SP não preciso me preocupar com isso).

Resumindo a dica: Quer saber se o aditivo ainda está Ok ou se está na proporção correta, compre um termo densímetro baratinho.

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Como eu adaptei um carburador 2E/3E na Chevy 500 1.6/S ano 1990

Esta adaptação é na verdade um upgrade bem simples e comum de ser feito na Chevy/Chevette, pois é algo que a própria GM/Chevrolet fez no finalzinho da vida deste motor 1.6/S. Então existem 2 possibilidades para se fazer este upgrade (para quem já não tem dos últimos Chevy/Chevette), comprar um coletor de admissão original e filtro de ar plástico original para o carburador 2E/3E (e gastar um bom dinheiro porque estas peças já são raras) ou fazer o que eu fiz, comprar uma flange para o coletor de admissão e adaptar o filtro de ar original de “lata”, no caso da minha Chevy 500 ano 1990 ele é original vermelho.

Flange de adaptação para carburador Brosol 2E ou 3E

E para adaptar o filtro de ar, usei uma micro retífica e uma lima para ajustar, conforme as fotos abaixo.

Ajustando o filtro de ar antigo ao novo carburador

E para fixar o filtro de ar ao carburador usei o anel trava do Volkswagen Santana com carburador 3 E com as porcas e pronto.

E depois de pronto.

Carburador Brosol 3E usando filtro de ar de lata na Chevy 500 ano 1990

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Como trocar a junta da tampa de válvulas

Esse é um trabalho bem fácil, porém existem algumas dicas práticas que podem ser úteis. O principal problema é a qualidade das juntas, ou melhor, a falta de qualidade delas no mercado de reposição, mesmo que você queira pagar pela qualidade original, simplesmente não existem mais, afinal são poucas pessoas que tem carros “velhos” por hobby e pagariam mais por isso. E infelizmente vazar óleo pela tampa de válvulas parece ser uma “característica” dos meus 2 Monza S/R, chega a ser hilário que o meu S/R (original) eu troque a junta todo ano quando vou trocar o óleo e filtro dele, isso que ele rodou apenas 300 quilômetros indo em exposições (nos últimos 7 anos), o outro S/R já perdi a conta de quantas juntas troquei em 20.000 quilômetros e 3 anos.

Atualmente existem basicamente 2 opções de juntas para a tampa de válvulas, as de cortiça que se usava antigamente (as originais dos anos 80 eram de cortiça) e as juntas de “borracha” parecidas com as dos motores atuais, particularmente prefiro comprar a de borracha da melhor qualidade possível, o problema destas últimas é que o fabricante nunca forneceu para a linha de montagem original e muitas vezes o catálogo de aplicação está todo errado (no caso do Monza, tem muitos fabricantes achando que todo motor família II usa a mesma junta, e na verdade existem “N” tipos de tampa de válvulas do primeiro Monza até o ultimo Astra/Vectra).

Mas vamos ao tutorial e as dicas:

O primeiro passo óbvio é desmontar tudo e retirar a tampa de válvulas.

O segundo passo com muito cuidado e usando um estilete, retire os pedaços da junta velha.

Neste caso, também troquei a junta da bomba de combustível que também estava vazando óleo.

O terceiro passo é lavar a tampa de válvulas usando algum tipo de desengraxante para eliminar os resíduos de óleo e sujeira que possa atrapalhar a vedação da junta nova.

Tudo limpo e algumas peças novas.

O quarto passo é montar tudo de volta, mas para “garantir” a vedação passe uma camada (de cada lado da junta) alguma cola de silicone para juntas.

O quinto passo e último passo é parafusar a tampa, alguns kits de junta tem uma arruela que “limita” quanto você deve apertar (kit ideal), mas caso não seja o seu caso, aperte o suficiente para não soltar os parafusos com a vibração do motor sem esmagar a junta nova obviamente. Também respeite o tempo de secagem da cola de silicone antes de ligar o motor novamente.

 

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Montando o interior da Chevy 500

Continuando as férias coletivas/quarentena na Garagem 150, aproveitei as últimas semanas para montar o interior e restaurar algumas peças externas até chegar a vez da funilaria e pintura externa  (mudei de idéia novamente:  Assim que o Felipe – Bravus funilaria, terminar o Voyage Verdinho, a Chevy será a próxima e só depois o Fusca). Resolvi limpar as peças internas, pintar e tentar deixar o  melhor possível antes de montar todo o interior. O assoalho eu já havia feito o conserto e colado a manta térmica e a forração acústica. Veja toda a restauração que eu mesmo fiz na Chevy nos links ao lado direito ou na busca do blog.

Provavelmente você deve estar pensando : “Mas montar o interior antes da funilaria e pintura?” Pois é, mas não se preocupe só falta a parte externa, já fiz toda funilaria dos assoalhos e pinturas internas, sem dizer que a minha Saveiro já fizemos desta forma (Eu e o Felipe) e deu tudo certo.

Comecei instalando o carpete novo, a única dificuldade foi cortar corretamente onde vão instalados os consoles, cintos e bancos, escolhi um carpete cinza para combinar com os bancos Recaro que adaptei, no lugar do carpete preto que usava anteriormente e estava bem gasto. Originalmente minha Chevy 500 nem tinha carpete, tinha um tapete de borracha que cobria todo assoalho, (ela é o modelo básico SL), mas este tapete original estava em péssima condição, já gasto e todo rasgado faltando alguns pedaços quando comprei/ganhei o carro em 2002.

Terminei de adaptar os bancos Recaro (originais do Kadett GSi) ficaram um pouco mais altos do que eu gostaria, pois utilizei a base dos bancos originais do Chevette/Chevy e a espuma dos bancos Recaro são mais grossas que a espuma do banco original do Chevette, mas foi a solução que encontrei, suponho que mesmo uma base do Recaro do Monza S/R (raríssimos em boas condições por sinal) também não daria certo sem adaptações. Lavei os cintos de segurança originais e instalei. Adaptei o console do freio de mão do Chevette para melhorar o acabamento.

Também instalei um rádio original Chevrolet (0km) do final dos anos 90, que ainda utiliza fitas K7 (original do Corsa e Astra da época), é claro que comprei este rádio a muitos anos e estava guardado esperando esta oportunidade. Além do carpete, também coloquei tapetes de borracha e os botões do farol e ventilação novos ( mais peças originais de época que fui garimpando nos últimos anos quando encontrava por um preço justo).

Como a maioria dos carros antigos, os plásticos acabam ressecados e quebram, então além de colar, fiz um suporte de reforço. Também fiz uma tampa de fibra de carbono onde originalmente ficam os botões do desembaçador traseiro e neblina do Chevette, hoje praticamente impossível conseguir as tampinhas originais GM por um preço justo. E como você deve ter visto no post anterior, também fiz esta tampa para cobrir um buraco no painel. Outro detalhe: troquei a cor do acendedor de cigarros o original era verde, mas o painel sempre acendeu âmbar, vai entender a GM, no Monza S/R o original também é verde (vai saber a lógica disso). Eu sei que você pensou que eu deveria colocar apenas uma tomada 12V e retirar o acendedor, talvez eu até faça isso depois, mas acho interessante deixar alguns detalhes “de época”. Outro detalhe que adaptei foram vidros elétricos e trava elétrica.

Fiz um Suporte de reforço para o plástico

É claro,  já que estava tudo desmontado resolvi melhorar um pouco a “macarronada”, separando os fios originais, daquilo que foi adaptado. Refiz o chicote do radio, travas e vidros.

No lugar do relógio adaptei um tacômetro

E o resultado final do interior.

Também restaurei os faróis, desmontando, limpando e pintando tudo, coloquei piscas Novos e originais.

Fiz o mesmo nas lanternas traseiras.

 

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Fiz um acabamento interno em fibra de carbono para a Chevy

Em 2002 quando ganhei minha Chevy 500 (presente dos meus Pais), ela tinha um “buraco” no meio do painel, algum dono anterior adaptou um porta fitas K7 cortando o painel.

É claro que coloquei o porta fitas dentro do porta-luvas e usei uma tampa provisória nos últimos…….18 anos…….Como agora estou restaurando o interior da Chevy, (já fiz alguns consertos antes veja nos links ao lado) resolvi fazer um conserto definitivo usando fibra de carbono ao invés de trocar por outro painel usado do ferro-velho ou um novo que custaria o preço do carro.

O passo a passo está na sequência das fotos abaixo:

Molde em cartolina

Tecido de fibra de carbono

Passei Resina Epóxi transparente em tudo. Usei uma borracha com desmoldante embaixo para a parte aparente ficar lisa.

Depois de desmoldado da borracha e antes de polir para ficar brilhante

Ajustando ao local e aos encaixes usando uma lima

E o resultado final.

 

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E quando tudo funcionava perfeitamente….

Depois que eu descobri a raiz dos últimos problemas no Monza S/Rat , refiz o chicote do acionamento do ventilador do radiador (chegava tensão menor no ventilador), tudo parecia que finalmente estava funcionando bem. Até a algumas semanas quando eu estava no meio do trânsito das 18:00 horas, parado na fila do semáforo, voltando do trabalho, vidros fechados, ar condicionado ligado… quando escuto um estouro, então o motor desligou e saiu muita fumaça pela grade dianteira do S/Rat.

Mais uma vez quebrado na rua!!! E acredite existe muito preconceito com carros velhos!!!principalmente quando ele é um ratlook.

Abri o capô e tinha óleo para todo lado, pensei no pior…. “será que foi o bloco do motor? mas em marcha-lenta seria impossível!!” Olhei mais de perto e vi que uma das mangueiras do ar condicionado havia estourado…. então a fumaça era o gás do sistema vazando. Fiquei aliviado!!!!

Inicialmente achei que era apenas a mangueira de baixa qualidade, mas quando estacionei o Monza nas rampas da Garagem 150, tirei a proteção das polias e o protetor do carter do motor vi que o esticador da correia do compressor também estava quebrado, com isso o compressor “caiu” esticando e quebrando a mangueira. Ou seja o kit inteiro é de baixa qualidade, durou apenas 1 ano….

Não tinha necessidade de colocar esta foto…mas eu curto muito minha Garagem!!!! sonho realizado!!!

Esticador do compressor quebrado na fixação ao suporte.

Bom, isso explica porque um suporte original utiliza coxins de borracha, mas neste “kit 1/2 boca” que comprei não tem e não tem espaço para adaptar, minha opção seria fazer um mais reforçado sem mudar a espessura (influencia no alinhamento das polias). Eu havia pensado em recorrer a algum amigo (Arroyo ou Matuo),com ferramentaria e encomendar um suporte… mas aí chegou o Covid 19 e a quarentena, como a Bosch é uma empresa responsável e preza por seus funcionários estou de férias coletivas em casa….sem chance sair atrás de peças pra carro,certo? Foi aí que comecei a revirar minhas sucatas e estoque de peças para encontrar algo que eu pudesse adaptar.

Achei !!!!! sem sair de casa!!!!

Então foi no (DIY) faça você mesmo!!!!

Usando todo ensinamento da época do SENAI, cortei, limei, furei e acabei esmerilhando para fazer o ajuste mais fino. Depois foi só pintar e montar no S/Rat novamente.

Sim, furei na mão!!! mas minha próxima aquisição para a Garagem 150 será uma furadeira de bancada!!!!

Veja que tentei deixar o máximo de material próximo ao furo, quem sabe assim só quebrará novamente daqui uns 3 anos!!! quem sabe?

Montado!!!

Agora é esperar a quarentena acabar e levar o Monza para trocar a mangueira e colocar gás, isso ainda não dá pra fazer na garagem 150.

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Restauração do Verdinho post 3

Funilaria pronta!!! A próxima etapa será o acabamento e depois a preparação para a pintura. ou seja agora eu tenho um Voyage sem ferrugem.

Abaixo mais algumas fotos do “Antes”, logo após a desmontagem. Mas tudo já foi refeito pela Bravus funilaria, porém acabei apagando as fotos do “Depois” sem querer.

 

 

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Restaurando com borracha o Aerofólio do Monza S/R – Será que vai dar certo? Post 1

Sabe aquelas peças que simplesmente não existem novas para reposição? O Aerofólio original do Monza S/R é uma destas raridades, existem réplicas de fibra de vidro muito bem feitas e com um preço bastante justo na minha opinião, mas o aerofólio original é de borracha. Bom, já sei até o que você está pensando …. “Mas é muito Zé Frisinho, o importante é parecer o original”….. Na verdade tudo depende do nível de restauração e originalidade que você quer para seu carro. Então voltando ao aerofólio: No meu S/R vermelho o pintor consertou os rasgos na borracha com fibra de vidro e cola de parabrisas, ficou razoável e original externamente. Então comprei outro aerofólio ruim todo torto e estou restaurando a borracha, usando borracha!!!! Estou tentando deixar este mais reto e com o acabamento melhor do que o atual instalado em meu S/R vermelho.

Antes é claro que cortei o aerofólio, retirei as partes podres das chapas internas, coloquei um reforço interno e colei com borracha de silicone.

Agora estou lixando para deixar uniforme, o próximo desafio será fazer a textura original e pintar de preto.

Na foto abaixo pintei de preto uma parte que já lixei até igualar apenas para eu ter uma idéia de como vai ficar…

Atualizando: Ainda não deu certo!!! Após lixar e lavar o aerofólio percebi que a Borracha de silicone não aderiu na Borracha externa do aero e começou a sair…. funcionou muito bem para colar partes, mas não como acabamento. Então tenho que pensar em outra solução.

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Agora eu acho que solucionei um problema!

Agora finalmente (acho que) resolvi o problema do meu S/Rat desligar quando quente e não ligar novamente… hummm…acho que eu já disse isso, né? Umas 6 ou 18 vezes antes…”Mas esta é a diversão de ter sua própria oficina”(frase da Fabi – minha esposa), mas confesso que fico com muita raiva e nervoso no dia que os carros quebram.

Depois de ter certeza que a bateria está sendo carregada (alternador mais potente), refrigeração correta para o ar condicionado (ventilador do radiador de 5 pás), troquei todo sistema de ignição (unidade de comando, cabos, bobina e velas) as velas coloquei Bosch de dupla platina (porém com o mesmo índice térmico 5 – álcool) para garantir que mesmo com mais carga do compressor do ar condicionado ainda teria alta- tensão suficiente.

Porém a semana passada fui conhecer o novo endereço da Bravus restaurações (tá confesso, também fui matar saudades do Verdinho, meu Voyage 82 placa preta), saindo da oficina andei 200 metros  e o S/Rat apagou novamente….

Verifiquei que tinha pouco álcool no filtro e pensei : “outra bomba? será a Quarta?” 2 vazavam óleo e outra parou de funcionar. Quando o Luiz Carlos disse : ” O problema dessas bombas que ficam no cabeçote é que esquenta muito e criam bolhas no combustível.” Nisso acendeu aquela lâmpada de desenho animado sob a minha cabeça, vou instalar um desborbulhador igual do Voyagessauro e uma linha de retorno para ver se melhora!!!

Coloquei um desborbulhador usado para testar o funcionamento

Quando vi, a linha de retorno estava lá…. provavelmente o carburador BLFA original usava retorno, porém devo ter desligado quando adaptei e instalei o Brosol 2E e copiei a instalação do meu outro S/R só que ano 87 e 2.0 (que originalmente é sem retorno e não apresenta este problema, pelo menos por enquanto, mas só andei 300 km com ele nos últimos 5 anos). Percebi bem rápido que estava desligado no tanque também!!!

 

Então fiz o teste algumas vezes na Garagem 150 esquentando ao máximo, desligando, esperando alguns minutos e partindo novamente. Até agora tudo OK!!!!

E apesar da falta de humildade do adesivo, achei que seria engraçado colar no meu S/Rat, afinal já fiz vários upgrades no projeto original da GM/OPEL/Chevrolet, Freio a disco traseiro, dianteiros maiores, Ar Condicionado, e melhorias no desempenho do motor 1.8 (+ avanço, +combustível, +Ar+ Consumo).

 

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