Como estou fazendo as réplicas do aerofólio original do Voyage 81-96 – post final

Após quase 1 ano do último post, posso dizer que não deu certo!!! Além dos problemas que mostrei nos posts anteriores, nesse 1 ano descobri que a resina tem baixa durabilidade no sol, ela acaba trincando e sem contar que fica amarela acabando com o visual da fibra de carbono. Como eu descobri? Através do aerofólio que fiz para meu S/Rat, também experimentei passar verniz…. Mas não resolveu, veja nas fotos.

Talvez a durabilidade aumente usando resina com proteção UV, em todo caso agora pintei o aerofólio e vamos ver neste próximo ano se algo acontece. De qualquer forma não consegui o resultado esperado, mas valeu a experiência, aero de fibra de carbono e resina epóxi apenas em carros de exposição (longe do sol e do uso diário). Ah….como consertei? Fiz uma “funilaria”, lixando (até postei no Instagram) depois usando massa acrílica preenchi as trincas e pintei.

Como estava literalmente com a mão na massa já deixei pronto e guardei outro aerofólio (de fibra de vidro) para meu S/R de uso diário.


E apesar de gostar muito do visual da fibra de carbono achei que ficou muito bom pintado de preto fosco.

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Como eu instalei instrumentos adicionais no CJ5/B12

O Painel do Jeep é bem simples, assim como muitos carros básicos, então instalei alguns instrumentos adicionais. Veja como eu fiz abaixo:

O primeiro passo é instalar os sensores, mas não dá para simplesmente tirar o original, você precisa instalar os dois, para isso existem adaptadores. Normalmente se retira o original e se coloca um “T” para 2 sensores.

No caso do meu CJ5/B12 tive que desligar o marcador de temperatura original do Jeep, mas a Pressão do óleo deu tudo certo.

A curiosidade, para não furar o painel do Jeep eu fixei os instrumentos usando imãs, assim se quiser voltar ao original é só esconder os instrumentos do lado de dentro do painel.

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Trocando a mangueira do tanque de combustível e consertando um defeito no assoalho

Aproveitei que estou de férias do trabalho para fazer uma manutenção na Saverado. Além do vazamento de óleo no sensor de pressão que foi uma moleza trocar, nem vale um post só para isso (solte o conector e usando uma chave combinada solte o sensor velho e coloque o novo), resolvi consertar o vazamento de gasolina quando se enche o tanque, coloquei a Saveiro na rampa, olhei embaixo e….

Marcas de vazamentos….

Anotei o número da peça e fiz como antigamente, fui até a concessionária VW comprar, mas para não perder a viagem, olhei antes no site peças on line para saber se tinha no estoque.

Já comprei o sensor de pressão e o tampão do assoalho que estava com problemas também.

Trocar esta mangueira não tem segredo, basta prestar atenção para a parte chata da mangueira ficar na posição correta com a longarina da caçamba, mas sugiro usar o alicate correto para estas abraçadeiras, eu consegui usando o Alicate Universal, mas deu muito trabalho. Outro detalhe é ter pouco combustível no tanque, ou drenar soltando o Quick conector do filtro de combustível e depois é só ligar a bomba de combustível (usei o galão do jeep para armazenar).

Quando olhei o assoalho por baixo, vi que um dos tampões estavam fora do lugar e com ferrugem em volta, então troquei também.

Pelo jeito alguém já havia mexido, mas não deu muito certo. Eu desmontei a Saverado por dentro, cortei a manta asfáltica, tirei o tampão velho que estava deformado, passei um convertedor de ferrugem dos dois lados do assoalho.

Testei se o tampão ainda caberia. Depois passei “bate pedra” e colei um pedaço de manta asfáltica por cima.

Então foi só montar o interior novamente e pronto.

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Isso é experiência!!!

Eu estava conversando ao telefone com meu amigo e Mestre Valter Silva, falando dos meus planos na Garagem 150 para minhas férias e comentei que precisava levantar a Saverado pois achava que tinha algum vazamento de óleo. Então ele disse: ” Verifique antes o sensor de óleo atrás do cabeçote, o sensor sempre vaza entre a junção do plástico e o metal no Ap G3″

Hoje tive um tempo e fui dar uma olhada. Valtão, você é f@&$#$@&& mesmo!!!! Acertou outra vez!!!!

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Como eu fiz um protetor de cárter em fibra para o Monza

O protetor de cárter original do meu S/Rat precisava ser trocado (está todo amassado e com os furos de fixação rasgados), então comprei um paralelo (original não existe a venda), mas o fabricante provavelmente nunca viu um Monza por baixo na vida, pois simplesmente não encaixa e as curvas são totalmente diferentes do original, além de mais pesado, mesmo sendo menor e cheio de rasgos. Olhando os carros atuais (projetos novos, não dinossauros que ainda são fabricados para o terceiro mundo), os que ainda usam, os protetores são de plástico. Então fiz um novo usando fibra de vidro, fibra de carbono e resina epóxi, veja que é bem fácil e simples fazer.

O primeiro passo foi copiar o protetor original usando um papel/cartolina, em seguida passei resina e uma camada de fibra de vidro e moldei as curvas no formato do protetor original.

veja que o protetor original já sofreu muito nessa vida!

O segundo passo foram outras camadas de resina dos dois lados, as camadas de resina epóxi com o tecido de fibra de carbono e mais camadas de resina.

O terceiro passo foi cortar os excesso, furar na mesma posição para fixar no carro (no meu caso tive que refazer os furos na instalação pois o protetor original estava muito ruim), e finalmente instalar no carro.

Obviamente precisei fazer ajustes limando para encaixar e aumentar os furos, também deixei de fixar o protetor em um dos cantos para aumentar a distancia em relação ao escapamento (lembre-se que o original era de aço e agora é de plástico).

Eu não lixei a resina nem fiz o polimento pois não achei necessário deixar bonito, apesar da diferença de espessura pois as camadas de resina foram feitas manualmente, mas se vc quiser deixar perfeito, é possível deixar como uma peça de um carro protótipo de corridas, gastando algumas horas lixando e depois polindo.

Acima o original de aço e a cópia bem mais leve, abaixo veja como ficou instalado no meu S/R, ele é um Ratlook com alguns upgrades mecânicos e algumas partes em fibra de carbono.

Além de uma proteção óbvia, deixar sem o protetor pode alterar a temperatura do motor (mais frio na estrada por exemplo), como o Monza S/R saiu de fabrica com ele recomendo deixar da forma como foi projetado.

Provavelmente vc saiba que meu S/Rat é meu carro de uso diário durante a semana (no final de semana uso a Saveiro) e que as poucas peças originais que ele ainda tem são as piores que tenho, pois as melhores estão instaladas no S/R McQueen (meu S/R todo original e placa preta) ou guardadas para reposição.

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Como usei o “scanner” em um Fiat Palio sem conector OBD

Esses dias minha amiga Renata comprou um Palio 1.0 Flex completo ano 2006 e conversando me disse que levou o carro para “um mecânico” para um orçamento de revisão, pois a lâmpada de diagnose andou piscando quando ela colocou álcool no tanque e o motor falhando. O melhor foi o orçamento do “mecânico”: ” R$100,00 para mudar a chave com o scanner para ela poder usar álcool e mais R$100,00 para trocar a água do radiador que está suja” (aditivo a parte). Confesso que fiquei indignado com a sacanagem de inventar essa “chave” para cobrar mais caro dela (os carros flex fazem isso automaticamente desde que não tenham falhas relevantes na memória da ECU) e combinamos que eu cuidaria disso na Garagem 150, assim ela não gastaria nada e eu fico mais tranquilo por ela não levar o carro para um péssimo profissional. Inicialmente resolvi ler a diagnose para saber se havia algum problema / erro na memória da ECU, Mas esqueci que em 2006 os carros no Brasil ainda não eram padronizados OBD-BR1 e os conectores podem ser diferentes.

Pesquisei na internet e tive que juntar informações de vários lugares diferentes,  por isso  resolvi escrever este post.(Usei o ELM327 por bluetooth, mas vale para qualquer scanner genérico padrão EOBD)

Existe o cabo adaptador a venda na internet, mas como eu só queria fazer 1 leitura das falhas e ler alguns parâmetros com o motor funcionando fiz esta “gambiarra” das fotos, se vc tem um carro desses, sugiro que vc faça este cabo adaptador seguindo a pinagem abaixo.

No conector do Palio no plástico amarelo está gravado os números 2, 1 e sem marcação. com a trava do conector para cima e olhando de frente a sequencia é :   – 2 – 1 – sem marcação –

Pino 1 (fio preto no chicote do palio) é o negativo da bateria

Pino sem número é a linha K (sinal de diagnose)

Pino 2 (não tem nada ligado)

No Conector OBD ligue os seguintes pinos:

Pino 4 no negativo da bateria

Pino 7 na linha K do conector do Palio

Pino 16 no positivo da bateria (12v)

Na foto liguei outro pino 15, mas este é para o Palio 1.2 de outro país, não tem o fio no conector do Palio brasileiro (vi em um Forum da India).

Como curiosidade: O Palio da minha amiga não tinha falhas, ela pode abastecer qualquer mistura de álcool com gasolina, acabamos descobrindo que ela abasteceu em um posto “suspeito” que estava fazendo uma promoção de álcool para pagamento em dinheiro…..

Verifiquei também as velas, troquei a água do radiador, coloquei aditivo e ainda fiz um polimento nos faróis que estavam amarelados.

Enfim, o “mecânico” picareta foi ganancioso, inventou uma história de chave para enganar Mulher e perdeu uma provável cliente.

 

 

 

 

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Restauração do Verdinho post 1

Ao contrário do que imaginávamos o Verdinho tem muitas partes com problemas de ferrugem…. Então a restauração vai dar mais trabalho ao Felipe e ao Luiz, por outro lado será trocado todas partes ruins por chapas novas da melhor qualidade possível, já que original não existe mais.

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